Um em cada quatro jogadores da Copa 2026 não jogou pelo país em que nasceu
A Copa do Mundo de 2026 é a mais internacional da história. Não só porque foi sediada em três países e reuniu 48 seleções, mas também porque conta com um número impressionante de importação e exportação de jogadores: mais de 280 atletas não nasceram no país pelo qual jogam. Isso representa 23,6% do total de jogadores, ou quase um quarto de todos eles.
A França lidera como país que mais exportou craques: 76 jogadores nascidos lá jogam em seleções de outros países, como República Democrática do Congo, Haiti, Marrocos, Argélia, entre outros.
Já os Países Baixos praticamente patrocinaram a seleção de Curaçao: dos 26 jogadores da seleção da ilha, 25 nasceram no país europeu. Apenas o meio de campo Tahith Chong é nativo do Caribe.
Outras oito seleções possuem mais jogadores nascidos fora do que dentro do país em que jogam. São elas: República Democrática do Congo, Haiti, Marrocos, Tunísia, Argélia, Bósnia e Herzegovina, Catar e Cabo Verde

O Brasil está entre as seis seleções que só possuem jogadores nativos. Os outros países são Colômbia, Panamá, Áustria, Suécia e Arábia Saudita.
A FIFA só formalizou os critérios de elegibilidade de jogadores de outros países em 1962. Se o atleta for imigrante ou tiver pais ou avós nascidos em outro país, pode escolher qual nacionalidade representar.
Fonte: Centre on Migration, Policy and Society (COMPAS)
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