Putin dá resposta direta às alegações de que planeja atacar a Europa em meio a temores de uma Terceira Guerra Mundial
Vladimir Putin voltou a falar publicamente sobre os rumores de que a Rússia estaria planejando atacar a Europa, em meio ao aumento dos receios de um conflito global.
As tensões vêm se acumulando nos últimos meses, especialmente com a escalada entre Irã e Israel no Oriente Médio e a continuidade da guerra na Ucrânia. Nesse cenário, líderes mundiais trocam acusações e reforçam estratégias militares, enquanto a possibilidade de uma nova guerra mundial ganha força nos debates internacionais.
Recentemente, Putin esteve em Pequim para participar de um desfile militar a convite do presidente chinês Xi Jinping, que o recebeu calorosamente e o chamou de “velho amigo”. Durante o evento, o líder russo destacou que as relações entre Rússia e China estão em um nível “sem precedentes”, fortalecendo a percepção de uma aliança cada vez mais próxima entre Moscou e Pequim. Para muitos países europeus, esse cenário gera preocupação com a possibilidade de um ataque ao continente.
Na França, autoridades de saúde foram orientadas a preparar hospitais para uma eventual mobilização militar a partir de março de 2026. O governo francês teme que, em caso de conflito, possa enfrentar uma chegada maciça de soldados feridos. A ministra da Saúde, Catherine Vautrin, explicou que essa preparação é considerada normal e necessária, lembrando que o país aprendeu com a pandemia de Covid-19 sobre a importância de se antecipar a crises.
Na Alemanha, o alerta também foi reforçado. O chefe de Defesa alemão, Carsten Breuer, declarou que as forças do país e da OTAN estão atentas diante dos exercícios militares que a Rússia realizará em Belarus. Embora tenha dito não acreditar que Putin pretenda atacar território da OTAN, Breuer destacou que a Alemanha deve permanecer vigilante.
Durante uma coletiva ao lado do primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, Putin rejeitou veementemente as acusações de que Moscou estaria preparando um ataque contra a Europa.
“Quanto aos supostos planos agressivos da Rússia em relação à Europa, quero enfatizar mais uma vez que isso é um completo absurdo, sem qualquer fundamento”, afirmou o presidente russo. Ele acrescentou ainda: “Qualquer pessoa sensata entende que a Rússia nunca teve, não tem e não terá o desejo de atacar alguém.”
Robert Fico reforçou as palavras de Putin, afirmando que rumores sobre um possível ataque partindo de Moscou não passam de “provocação ou incompetência”. Para o líder eslovaco, a narrativa de uma ameaça iminente alimenta a tensão entre a União Europeia e a Rússia sem base concreta.
Putin também foi questionado sobre a possibilidade de a Ucrânia se tornar membro da União Europeia. Segundo ele, Moscou nunca se opôs a esse movimento. No entanto, fez questão de separar a questão do ingresso na OTAN, sobre a qual afirmou: “Esse é um outro assunto.”
Enquanto isso, a relação entre Putin e o presidente norte-americano Donald Trump continua distante de qualquer entendimento. Ambos se encontraram recentemente em um encontro histórico, mas as divergências persistem. Trump se envolveu em discussões acaloradas com Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, o que levou os Estados Unidos a posicionarem submarinos nucleares na região.
Nesse ambiente de acusações, alianças estratégicas e preparativos militares, líderes europeus se dividem entre adotar medidas preventivas e tentar evitar que a escalada de tensão se transforme em algo maior.
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