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Curiosidades

Homem que teria “morrido da pior forma imaginável” descreveu ter visto anjos e demônios antes de falecer

Na noite de 25 de novembro de 2009, uma exploração recreativa terminou de forma trágica em uma caverna conhecida por seus corredores estreitos e imprevisíveis. O local era a Nutty Putty Cave, no estado de Utah, muito visitada por praticantes de espeleologia amadora por oferecer passagens variadas, desde salões amplos até túneis extremamente apertados.

John Edward Jones, de 26 anos, entrou na caverna acompanhado por outras três pessoas. O objetivo inicial era alcançar uma área popular chamada Big Slide, um espaço subterrâneo amplo, acessível após uma sequência de descidas e passagens inclinadas. O grupo avançava com lanternas e equipamentos básicos, seguindo rotas conhecidas por exploradores frequentes.

Durante o percurso, surgiu a decisão de verificar uma passagem alternativa, conhecida entre os frequentadores como Birth Canal. Esse trecho era famoso pelas dimensões reduzidas, mas também por possuir um ponto final onde era possível virar o corpo e retornar. A passagem exigia que os visitantes rastejassem, avançando lentamente, com movimentos calculados.

Em determinado momento, John se separou ligeiramente do trajeto correto. Ao invés de alcançar o ponto de retorno conhecido, entrou em um corredor não mapeado, ainda mais estreito. O espaço tinha cerca de 25 centímetros de largura por 46 centímetros de altura, medidas que permitiam apenas a passagem do corpo em posição específica. Acreditando ter chegado ao local onde poderia dar meia-volta, John avançou de cabeça.

O erro se revelou irreversível em poucos instantes. Ele ficou preso de cabeça para baixo, com o tronco comprimido e sem espaço suficiente para se movimentar. As tentativas iniciais dos companheiros para puxá-lo não funcionaram, e o resgate foi acionado.

Com o passar das horas, equipes especializadas entraram na caverna. Entre elas estava o explorador e criador de conteúdo Brandon Kowallis, que se tornaria uma das últimas pessoas a ter contato direto com John ainda com vida. Em um relato posterior, ele explicou que, ao chegar, foi informado de que o estado do homem “estava piorando rapidamente”.

“Ele estava entrando e saindo da consciência e havia começado a falar que via anjos e demônios ao seu redor”, contou Kowallis, com base no que outros socorristas relataram antes de sua entrada.

Após uma pausa estratégica para discutir alternativas, decidiu-se que Kowallis, por não estar exausto, retornaria à passagem para avaliar a situação. Ele conseguiu avançar o suficiente para tocar os pés de John. Ao tentar falar com ele, não obteve resposta verbal, apenas “uma respiração profunda e borbulhante”.

Segundo o explorador, houve chutes desordenados por alguns instantes, seguidos de total imobilidade. Naquele ponto, ele já acreditava que o resgate seria quase impossível, pois a única forma viável exigiria que o próprio John conseguisse ajudar, empurrando o corpo enquanto era puxado, algo que ele já não tinha forças para fazer.

Diversas estratégias foram tentadas. Um sistema de polias foi montado, e também houve tentativas de remover parte da rocha ao redor. Nenhuma delas funcionou. Com a noite avançando e a situação crítica, Kowallis foi instruído a verificar os sinais vitais.

A posição dificultava o uso de um estetoscópio. Ele relatou que não conseguiu ouvir batimentos cardíacos nem perceber respiração. O tronco ainda apresentava calor, mas braços e pernas já estavam praticamente na mesma temperatura das rochas ao redor.

Um paramédico entrou em seguida, após confirmação de que havia espaço suficiente, e a morte foi oficialmente declarada. John sofreu uma parada cardíaca associada à falta de oxigenação prolongada.

Durante o tempo em que permaneceu consciente, ele conversou com a socorrista Susie Motola, que permaneceu próxima dele o máximo possível. Suas últimas palavras registradas foram: “Oi, Susie, obrigado por vir, mas eu realmente, realmente quero sair daqui. Eu vou morrer aqui. Eu não vou sair daqui, vou?”

A remoção do corpo foi considerada extremamente arriscada, independentemente do estado em que se encontrava. A decisão final foi selar definitivamente a entrada da Nutty Putty Cave, transformando o local no ponto final daquela exploração que nunca teve retorno.

Esse Homem que teria “morrido da pior forma imaginável” descreveu ter visto anjos e demônios antes de falecer foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.