Homem de 28 anos é diagnosticado com câncer incurável após médicos descartarem os sintomas como consequência de beber refrigerante demais
Tom Hayman tinha 28 anos, trabalhava como encanador e levava uma rotina ativa em Warrington, no Reino Unido. Pai de família, era conhecido pelo bom apetite e pela disposição física. A partir de 2024, porém, seu corpo começou a dar sinais claros de que algo não estava bem.
Os primeiros sintomas surgiram de forma gradual. Náuseas frequentes, desconforto abdominal e dores persistentes passaram a fazer parte do dia a dia. Ao procurar atendimento médico, Tom recebeu explicações consideradas simples. Os profissionais atribuíram o quadro a refluxo ácido e ao consumo excessivo de refrigerantes. A avaliação se apoiava principalmente na idade dele, considerada incompatível com um diagnóstico grave.
Tom Hayman foi diagnosticado com câncer depois de lhe terem dito que se tratava de refluxo ácido (SWNS)
Com 1,96 metro de altura e um histórico de boa saúde, Tom não se encaixava no perfil clássico de pacientes oncológicos. Ainda assim, os sintomas se intensificaram ao longo dos meses. A dor passou a se concentrar no lado direito do abdômen, região do fígado, e episódios de mal-estar se tornaram mais frequentes.
A parceira dele, Mary Cooper, começou a notar mudanças preocupantes. Tom passou a perder o interesse por comida, algo totalmente fora do padrão habitual. Mesmo pequenas refeições desencadeavam dores intensas no estômago, seguidas de náuseas. A perda de peso se tornou visível em pouco tempo.
Sintomas ignorados e respostas minimizadas
Segundo Mary, as queixas eram frequentemente descartadas com comentários que minimizavam a situação. Houve menções ao consumo de bebidas gaseificadas e à possibilidade de ansiedade ou refluxo recorrente. Em uma das consultas, ao expressar preocupação com câncer, Tom ouviu que era jovem demais para esse tipo de doença.
Apesar do tom despreocupado, ele foi encaminhado para exames no hospital de Warrington, mais para tranquilizá-lo do que por suspeita clínica concreta. O resultado veio rapidamente. Um dia após os exames, o casal recebeu uma ligação informando que havia algo anormal no fígado.
Tom sentiu dores na região do fígado, que acabou sendo um tumor (SWNS)
A partir desse ponto, a situação mudou de forma abrupta. Exames mais detalhados revelaram a presença de um tumor neuroendócrino no pâncreas, que já havia se espalhado para o fígado. Esse tipo de câncer se origina em células responsáveis pela produção de hormônios e pode permanecer silencioso por longos períodos.
Os sintomas associados incluem dor localizada, perda de peso involuntária e alterações digestivas, exatamente o que Tom vinha relatando havia meses. Além do tumor, os médicos também identificaram um coágulo sanguíneo no fígado, agravando ainda mais o quadro clínico.
Diagnóstico tardio e busca por alternativas
Em busca de uma avaliação mais aprofundada, Tom e Mary viajaram para Londres. Lá, especialistas confirmaram que se tratava de um câncer raro e sem cura disponível no sistema de saúde britânico naquele momento. A confirmação trouxe alívio por finalmente explicar os sintomas, mas também a dura realidade das limitações terapêuticas.
Em maio de 2025, Tom foi encaminhado ao centro oncológico de Clatterbridge Cancer Centre. Mary relatou que, até então, ele sentia que não estava sendo levado a sério, chegando a perceber deboche em algumas consultas anteriores.
Sem opções curativas no Reino Unido, a família começou a buscar tratamentos experimentais fora do país. Tom descobriu, por meio das redes sociais, uma abordagem oferecida na Alemanha conhecida como terapia com células dendríticas. Trata-se de uma forma de imunoterapia que estimula o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater células cancerígenas.
Para viabilizar a viagem e o tratamento, parentes e amigos organizaram uma campanha de arrecadação. Mesmo diante de um diagnóstico grave e da progressão da doença, Tom mantém uma postura resiliente. Segundo Mary, ele acredita que manter uma atitude positiva é parte fundamental do enfrentamento diário, lidando com cada etapa sem perder a esperança.
Esse Homem de 28 anos é diagnosticado com câncer incurável após médicos descartarem os sintomas como consequência de beber refrigerante demais foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.
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