Enfermeira de cuidados paliativos diz que existem 12 sinais de que alguém está se aproximando da morte
Profissionais que trabalham com pacientes em fase terminal convivem com um dos momentos mais sensíveis da medicina: o processo natural de morrer. Entre eles está Julie McFadden, enfermeira de cuidados paliativos que atua em serviços do tipo hospice nos Estados Unidos e que passou a compartilhar publicamente o que observa ao acompanhar pessoas nos últimos dias de vida.
Com anos de experiência nessa área, Julie explica que o corpo humano apresenta sinais bastante característicos quando entra na fase final. Segundo ela, essas mudanças não surgem de forma aleatória nem representam algo fora do esperado do ponto de vista clínico. Pelo contrário, fazem parte de um mecanismo biológico em que o organismo reduz gradualmente suas funções.
Biologicamente, nosso corpo é feito para viver, sobreviver primeiro e também para nos ajudar a morrer, afirmou Julie ao relatar o padrão que vê repetidamente em pacientes sob cuidados paliativos.
Um dos sinais mais comentados por ela é o chamado visionamento. Nesse estágio, muitas pessoas começam a falar sobre familiares já falecidos ou dizem vê-los no quarto. A enfermeira destaca que isso é comum nas fases finais.
Você pode notar que seu familiar começa a conversar sobre parentes falecidos ou até diz que está vendo essas pessoas. Isso é um sinal do processo de morte, explicou.
Além dessas experiências, Julie descreve alterações físicas e comportamentais que costumam surgir com frequência em pacientes próximos do fim da vida. Estes são os 12 sinais que ela aponta:
- Diminuição progressiva da ingestão de alimentos e líquidos.
- Queda acentuada da capacidade funcional, com dificuldade para levantar, andar ou realizar atividades básicas.
- Aumento significativo do tempo de sono.
- Redução da percepção de dor devido às mudanças neurológicas.
- Confusão mental intermitente ou desorientação.
- Relatos de ver ou falar com parentes falecidos.
- Alterações no padrão respiratório, com pausas e irregularidade.
- Mudanças na cor da pele, especialmente nas extremidades.
- Febre sem causa infecciosa evidente.
- Olhos com aparência vítrea ou lacrimejamento constante.
- Movimentos como estender os braços para o ar ou fixar o olhar em pontos vazios.
- Agitação ou inquietação crescente.
Julie ressalta que todos esses sinais são considerados normais dentro do processo de morrer em pacientes acompanhados por equipes de cuidados paliativos.
Ela também já comentou sobre padrões que costumam aparecer cerca de seis meses antes da morte, especialmente em pessoas com doenças avançadas:
- Você fica menos sociável, mais introvertido.
- Passa a dormir muito mais.
- Come e bebe bem menos.
Essas mudanças surgem de forma gradual e fazem parte do declínio natural observado por profissionais especializados no cuidado de fim de vida.
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