Ucrânia destrói US$ 1 bilhão em aeronaves russas em uma operação militar “ultrassecreta”
Imagens divulgadas recentemente revelaram a dimensão de um ataque aéreo que chamou atenção no conflito entre Rússia e Ucrânia. Vídeos publicados pelo Serviço de Segurança da Ucrânia mostram drones de longo alcance atingindo bases militares russas e destruindo uma frota de aeronaves avaliada em mais de 1 bilhão de dólares. As gravações passaram a circular enquanto a guerra, iniciada em 2022, continua ativa mesmo com tentativas recorrentes de negociação de paz.
Quase quatro anos após o início da invasão ordenada por Vladimir Putin, o confronto já provocou perdas humanas e materiais em larga escala. Um relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais aponta que a Rússia teria acumulado cerca de 1,2 milhão de baixas, enquanto a Ucrânia teria perdido aproximadamente 600 mil pessoas entre mortos e feridos. Segundo o estudo, Moscou teria sofrido mais perdas do que qualquer grande potência em conflitos desde a Segunda Guerra Mundial, apesar de ter conquistado apenas pequenas porções de território.
No campo aéreo, autoridades ucranianas afirmam que a defesa da Rússia sofreu um impacto significativo ao longo de 2025. As imagens divulgadas mostram ataques coordenados contra cinco bases militares diferentes em território russo. De acordo com o Serviço de Segurança da Ucrânia, a operação foi conduzida por uma unidade de forças especiais conhecida como Grupo Alfa, especializada em missões de alto risco e longo alcance.
Ataques coordenados e danos confirmados
Uma frota de aeronaves russas foi destruída por drones ucranianos em cinco bases militares diferentes (Serviço de Segurança da Ucrânia).
Segundo as informações oficiais, ao todo 15 aeronaves foram destruídas durante os ataques. Entre elas estavam 11 caças dos modelos Sukhoi e MiG, além de três helicópteros e um avião de transporte Antonov An-26. O órgão ucraniano afirma que os alvos foram completamente inutilizados, impossibilitando qualquer retorno às operações. Além das aeronaves, depósitos de combustível e munição localizados nas bases atingidas também foram incendiados.
Em nota, o Serviço de Segurança da Ucrânia declarou que o inimigo estava acostumado a se sentir seguro em regiões afastadas da linha de frente. O comunicado afirmou que, para o Grupo Alfa, a distância deixou de ser um fator limitante há muito tempo. A instituição acrescentou que, somente no último ano, cinco aeródromos militares foram atacados com sucesso por drones de longo alcance, resultando em prejuízos superiores a 1 bilhão de dólares para a Rússia.
As autoridades ucranianas não detalharam as datas exatas das ofensivas, limitando-se a informar que todas ocorreram ao longo de 2025. Ainda assim, os danos apresentados nas imagens foram descritos como confirmados por registros considerados únicos, reforçando a versão de que os ataques alcançaram seus objetivos estratégicos.
Os ataques teriam causado mais de 1 bilhão de dólares em danos (Serviço de Segurança da Ucrânia).
A chamada Operação Teia de Aranha
O presidente Volodymyr Zelenskyy comentou publicamente a ofensiva, que recebeu o nome de Operação Teia de Aranha. Segundo ele, tratou-se de uma missão planejada de forma meticulosa ao longo de 18 meses. O chefe de Estado afirmou que a ação foi realizada em território inimigo e teve como alvo exclusivo equipamentos militares utilizados em ataques contra a Ucrânia.
Zelenskyy declarou que a Rússia sofreu perdas significativas, consideradas justificadas do ponto de vista ucraniano. De acordo com suas informações, cerca de 34 por cento dos portadores estratégicos de mísseis de cruzeiro estacionados em bases aéreas russas foram atingidos. Ele também destacou que a operação envolveu ações simultâneas em várias regiões da Rússia, distribuídas em três fusos horários diferentes.
O presidente acrescentou que todas as pessoas que auxiliaram na missão foram retiradas do território russo antes da execução final e estariam em segurança. O governo ucraniano apresentou a operação como um exemplo de coordenação avançada entre inteligência, forças especiais e tecnologia de drones.
Escalada de drones e tensão antes de negociações
O impacto financeiro desses ataques se soma a outros anúncios feitos pela Ucrânia ao longo do ano. Em junho, autoridades afirmaram que 117 drones ucranianos teriam destruído cerca de 7 bilhões de dólares em equipamentos militares russos, ampliando o custo do conflito para Moscou.
Às vésperas da retomada das negociações de paz, previstas para o início de fevereiro, Zelenskyy declarou que relatórios de inteligência indicam que a Rússia estaria planejando um grande ataque aéreo. Segundo ele, cada novo bombardeio dificulta qualquer avanço concreto nas conversas diplomáticas.
Depósitos de munição e combustível também foram destruídos nos aeródromos, informou o SBU (Serviço de Segurança da Ucrânia).
Ataques anteriores, envolvendo centenas de drones e mísseis de cruzeiro e balísticos, tiveram como alvo a infraestrutura energética da Ucrânia, especialmente a rede elétrica. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, acusou Moscou de não levar as negociações a sério e defendeu o aumento da pressão internacional sobre o Kremlin.
Em reunião com ministros das Relações Exteriores da União Europeia, Kallas afirmou que a Rússia estaria intensificando os ataques por não conseguir avanços relevantes no campo de batalha, direcionando suas ações contra áreas civis. Ela ressaltou que a segurança futura da Europa está diretamente ligada ao desfecho do conflito e que o bloco precisa participar ativamente das negociações.
O ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, informou que mais de 6 mil drones russos foram lançados contra o país apenas no último mês. Segundo ele, a Rússia vem aprimorando constantemente seus drones e táticas de ataque, o que tem levado a Ucrânia a ajustar sua estratégia de defesa aérea, embora detalhes dessas mudanças não tenham sido divulgados.
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