Trump lança ataques militares contra a Venezuela e captura Maduro, enquanto vídeos impressionantes mostram explosões por toda a capital
As relações entre os Estados Unidos e a Venezuela atravessam um dos momentos mais tensos dos últimos anos, após uma série de ataques que atingiram Caracas na madrugada de sábado. As explosões foram registradas em diferentes pontos da capital venezuelana e rapidamente passaram a circular em vídeos nas redes sociais, ampliando a repercussão internacional do episódio.
A escalada ocorre depois de meses de declarações duras do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o governo venezuelano. Em entrevistas e publicações, Trump vinha afirmando que sua administração estaria mirando grupos que classificou como “narcoterroristas”, acusados de atuar no tráfico internacional de drogas. Segundo autoridades norte-americanas, a estratégia já havia incluído ataques em mar aberto desde 2 de setembro, resultando em mais de 110 mortes durante abordagens a embarcações.
O cenário mudou de patamar quando os ataques passaram a atingir áreas urbanas de Caracas. Relatos indicam que um dos alvos foi o aeródromo militar de La Carlota, localizado em uma região central da cidade, além do complexo militar de Fuerte Tiuna, considerado a principal base das Forças Armadas venezuelanas. O impacto das explosões foi sentido em bairros próximos, gerando temor entre moradores e interrupções pontuais na rotina da capital.
Pouco depois dos ataques, Trump utilizou a rede social Truth Social para afirmar que a operação havia sido bem-sucedida e que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa teriam sido capturados e retirados do país. Na publicação, ele escreveu que a ação foi conduzida em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos e prometeu divulgar mais detalhes em uma coletiva de imprensa marcada para o mesmo dia, em Mar-a-Lago.
O governo venezuelano reagiu com veemência. Em comunicado oficial, informou que além de Caracas, os estados de Miranda, Aragua e La Guaira também foram atingidos. As autoridades classificaram os ataques como uma agressão militar extremamente grave e afirmaram que o verdadeiro objetivo seria assumir o controle de recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais. O texto declarou que a Venezuela “rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional” as ações norte-americanas.
Diante da situação, Maduro decretou estado de emergência nacional. Países aliados, como Cuba e Colômbia, também condenaram publicamente os ataques, alertando para os riscos de uma ampliação do conflito na região.
As declarações de Trump ao longo dos últimos meses ajudam a contextualizar o clima atual. Em outubro, ao ser questionado sobre a ausência de um pedido formal ao Congresso para declarar guerra, respondeu de forma direta: “Acho que vamos apenas matar pessoas. Elas vão ficar mortas”. Em seguida, acrescentou que a ofensiva poderia se estender ao território e que uma comunicação posterior ao Senado ou ao Congresso não encontraria resistência.
Na ocasião, Maduro rebateu as falas e acusou Washington de tentar construir uma “nova guerra eterna”. Segundo ele, os Estados Unidos estariam contradizendo promessas anteriores de evitar novos conflitos armados e criando artificialmente um cenário de guerra.
Apesar da retórica agressiva, dias antes dos ataques, o presidente venezuelano havia sinalizado disposição para dialogar. Em pronunciamento recente, afirmou que seu governo estaria aberto a conversas com os Estados Unidos sobre temas como tráfico de drogas e petróleo, “onde e quando quiserem”. A declaração, feita poucos dias antes das explosões em Caracas, contrasta com o atual estágio de confronto direto entre os dois países.
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