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Curiosidades

“Sextorsão” explicada após um garoto de 15 anos morrer tragicamente apenas 3 horas depois de ser alvo desse crime

Um crime silencioso e devastador está se espalhando pelas redes sociais e aplicativos de mensagem. Seu alvo preferido são adolescentes, e suas consequências podem ser trágicas. Conhecido como “sextorsão” ou “sextortion”, esse esquema de extorsão sexual tem levado jovens a um desespero profundo, com casos fatais registrados em todo o país.

O caso de Bryce Tate, de 15 anos, expõe a brutalidade desses criminosos. Amante de basquete, Bryce havia acabado de voltar do ginásio para a casa da família por volta das 16h37 de 6 de novembro quando recebeu uma mensagem de um número desconhecido. Três horas depois, ele foi encontrado morto no escritório de seu pai.

O que parecia ser uma conversa inofensiva era, na verdade, uma armadilha meticulosamente planejada. Criminosos se passaram por uma garota local de 17 anos. Eles não apenas iniciaram um flerte, mas demonstraram um conhecimento assustadoramente específico da vida de Bryce.

“Eles sabiam em qual academia ele malhava, sabiam o nome de alguns de seus melhores amigos e os mencionaram. Sabiam que ele jogava basquete pela Nitro High School”, relatou Adam Tate, pai do adolescente, ao NY Post. Essa técnica de construir intimidade com informações pessoais é um pilar do golpe. Os criminosos investem tempo para parecerem reais e ganhar confiança.

“Eles construíram a confiança dele ao ponto de ele acreditar que aquela era verdadeiramente alguém desta área”, detalhou o pai. Em um contexto onde muitos jovens se sentem isolados, essa sensação de conexão pode ser poderosa e perigosa. Investigadores acreditam que os criminosos já haviam extorquido outra garota da região e usaram as fotos dela para incentivar Bryce a enviar imagens íntimas em retribuição.

O passo seguinte veio rápido e cruel. Assim que receberam o material, as mensagens amigáveis cessaram. A chantagem começou: as imagens seriam enviadas para familiares e amigos de Bryce se ele não atendesse às suas exigências. O preço para o silêncio foi estabelecido em 500 dólares.

Para muitos adolescentes, essa quantia é impossível. Bryce tentou negociar. “Meu filho tinha míseros 30 dólares e ele disse: ‘Senhor, eu lhe dou meus últimos 30 dólares’. E esses covardes não aceitaram”, contou Adam Tate. A resposta dos extorsionistas não foi a compreensão, mas a intensificação da pressão.

Eles inundaram o celular do adolescente com mensagens, criando um senso de urgência e pânico. Nos 20 minutos que antecederam sua morte, Bryce recebeu impressionantes 120 mensagens. A tática é clara: fazer o jovem acreditar que não há escapatória, que o problema é imediato e insuperável.

Adam Tate não hesita em classificar o que aconteceu. “Eles dizem que é suicídio, mas no meu livro é 100 por cento assassinato. São demônios ímpios, na minha opinião. Apenas covardes, indivíduos horríveis, piores que criminosos.”

O caso não é isolado. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas reportou um aumento enorme nos casos de sextorsão no primeiro semestre de 2025. Dezenas de milhares já foram vítimas apenas neste ano. Os criminosos, frequentemente operando de outros países, rastreiam redes sociais, coletam dados e montam perfis falsos críveis.

A dinâmica explora vergonha, medo e a sensação de solidão. A ameaça de expor imagens íntimas para a rede social do adolescente – colegas, familiares, professores – é uma arma de poder destrutivo. A pressão é calculada para ser máxima e rápida, dando pouco tempo para a vítima pensar ou pedir ajuda.

Especialistas alertam que a melhor defesa é a informação. Conversas abertas em família sobre os riscos, sobre nunca compartilhar imagens íntimas, mesmo em contextos que pareçam confiáveis, e, principalmente, sobre onde buscar ajuda são fundamentais. As vítimas precisam saber que não estão sozinhas, que cometeram um erro, mas não um crime – a atividade criminosa é do extorsionista.

Autoridades policiais enfatizam: se tornar vítima dessa rede, a primeira ação deve ser buscar um adulto de confiança e reportar o caso às autoridades. Não ceder às exigências de pagamento é crucial, pois os criminosos raramente cumprem sua promessa de deletar o material, podendo retornar para novas extorsões. Bloquear o contato imediatamente e capturar telas das conversas para evidência também são passos importantes.

A história de Bryce Tate deixa um rastro de alerta. Ela revela a face de um predador digital que não usa força física, mas arma informações pessoais, psicológica e a confiança vulnerável de um jovem para fins de extorsão. O crime deixa de ser uma ameaça abstrata “na internet” e se torna um perigo concreto que sabe o nome da sua escola, dos seus amigos e do lugar onde você pratica esportes.

Esse “Sextorsão” explicada após um garoto de 15 anos morrer tragicamente apenas 3 horas depois de ser alvo desse crime foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.