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Curiosidades

Ryan Gosling: “Fomos saturados por narrativas distópicas na última década”

Ryland Gace tem doutorado em biologia molecular. Mas as suas teorias não foram bem aceitas na comunidade acadêmica, então ele acabou virando professor de ciências num colégio.

Certo dia, os seus conhecimentos se mostram úteis para desvendar um mistério que pode acabar com o planeta: o Sol e quase todas as estrelas do Universo estão morrendo. Tudo por causa de um parasita indestrutível.

Só uma estrela parece estar saudável. O problema é que ela fica a 12 anos-luz da Terra. Ryland acaba sendo um dos escolhidos para a missão de viajar até lá e entender qual pode ser a solução do problema.

Aí começam os mistérios de Devoradores de Estrelas, a ficção científica estrelada por Ryan Gosling que estreia no Brasil em 19 de março. Ryland acorda no meio da viagem espacial com amnésia, sem saber por que ele, dentre tantos outros cientistas, foi parar ali.

O filme é uma adaptação de um livro do americano Andy Weir, publicado em 2021. Weir trabalhou décadas como engenheiro de software antes do seu romance de estreia, Perdido em Marte. Você conhece: ele já virou filme com Matt Damon e direção de Ridley Scott.

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Aqui, a adaptação ficou por conta dos diretores Phil Lord e Chris Miller, os produtores por trás de Homem-Aranha no Aranhaverso. É o primeiro filme que a dupla assina a direção em mais de uma década.

O roteiro é de Drew Goddard, que também trabalhou na adaptação de Perdido em Marte. Os direitos para levar Devoradores de Estrelas às telas foram adquiridos antes mesmo do livro ser lançado.

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As obras de Weir são conhecidas pelo profundo grau de detalhismo científico na hora de apresentar problemas e suas soluções. Em Devoradores de Estrelas, não é diferente. Ryland pena para chegar até o seu destino, com perrengues que qualquer astronauta teria. Mas a diferença é que, aqui, há uma especulação mais profunda: no meio da viagem, o cientista encontra um alienígena, tão inteligente quanto ele.

Em fevereiro, a Super bateu um papo com Ryan Gosling, que é também um dos produtores do filme. Confira abaixo a entrevista:

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Super: O que é mais ficção no filme: um alienígena que parece uma pedra ou acreditar que todo mundo se uniria para salvar o planeta?

Ryan: Há muitos exemplos da humanidade tornando possível o impossível. É a nossa essência. Andy Weir [autor dos livros Perdido em Marte e Devoradores de Estrelas] nos lembra disso. Esse filme meio que diz “ei, talvez o futuro não seja algo a ser temido, mas sim algo a ser desvendado”. Adoro que a conversa agora tenha mudado de foco: deixou de ser se existe vida no Universo para onde ela está e quando a encontraremos. E Rocky [o alien] é um dos personagens mais críveis em termos de como seria essa experiência na prática.

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Acho que fomos saturados por essas narrativas distópicas de futuro na última década, e os desfechos negativos se tornaram tão comuns que parecem quase inevitáveis. É por isso que é tão empolgante ter uma voz como a de Andy Weir, que permite nos afastarmos disso e mostrar o que dá para fazer depois do pânico. Adoro quando as pessoas começam a arregaçar as mangas e a trabalhar para resolver os problemas. Há uma esperança e um certo empoderamento na mensagem do sci-fi de Weir. É isso que a torna tão única.

Além de Weir, quais outros autores e obras de sci-fi você usou como inspiração para esse trabalho?

Um filme que me inspirou muito a fazer este, mesmo sendo bem diferente e não se passando no espaço, foi O Segredo do Abismo (1989), de James Cameron. Adoro a abordagem prática e o fato de que as interações com os seres de outro mundo são tão positivas e mágicas. Além disso, muito boa a forma como ele abordou a humanidade na história, sobretudo o relacionamento entre os dois protagonistas e a reconexão deles no casamento. Acho que são elementos lindamente equilibrados.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.