O verdadeiro motivo pelo qual Macron usou óculos escuros durante o discurso em Davos
Enquanto chefes de Estado, empresários e representantes de grandes organizações se reuniam em Davos, na Suíça, parte do público acompanhava à distância tentando entender uma sequência de falas e gestos que rapidamente ganharam repercussão internacional. O encontro anual do Fórum Econômico Mundial voltou a colocar a política global no centro das atenções, desta vez com declarações inusitadas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e um episódio curioso envolvendo o presidente francês Emmanuel Macron.
Desde o início do evento, um dos principais temas que chamou atenção foi o interesse renovado dos Estados Unidos em assumir o controle da Groenlândia. O território pertence ao reino da Dinamarca e já havia sido alvo de propostas semelhantes durante o primeiro mandato de Trump. Agora, de volta à Casa Branca, ele reforçou o discurso, afirmando que não pretende usar força militar, mas voltou a sugerir a compra da região.
Segundo o presidente americano, a importância da Groenlândia estaria ligada à sua posição geográfica estratégica no Ártico, especialmente diante de possíveis ameaças vindas da Rússia, governada por Vladimir Putin. Trump argumentou que a proximidade com rotas de mísseis tornaria o território vital para a segurança nacional dos Estados Unidos e também para a defesa coletiva da OTAN.
Durante um de seus discursos, no entanto, Trump acabou confundindo repetidamente a Groenlândia com a Islândia, o que gerou reações imediatas entre diplomatas e observadores. A situação ficou ainda mais comentada quando ele usou uma linguagem informal ao falar de líderes europeus, afirmando que alguns o chamavam de “papai” por conta do papel dos Estados Unidos na proteção militar do continente.
“Eu estou ajudando a Europa. Estou ajudando a OTAN. Até poucos dias atrás, quando falei sobre a Islândia, eles me adoravam. Me chamavam de papai”, disse Trump. Em seguida, acrescentou que tudo o que estava pedindo agora era “um pedaço de gelo, frio e mal localizado”, frase interpretada por muitos como desrespeitosa tanto com os anfitriões suíços quanto com os países nórdicos.
A polêmica em torno da Groenlândia
As declarações reacenderam o debate dentro da Europa sobre soberania e alianças estratégicas. A maior parte dos governos europeus sinalizou apoio à Dinamarca, rejeitando qualquer negociação que envolva a cessão do território. Nos corredores do evento, diplomatas afirmaram que a proposta americana não encontra respaldo político no continente.
Trump também revelou ter recebido uma mensagem direta de Macron a respeito do assunto. No texto, o presidente francês ressaltou que ambos estavam alinhados em temas como Síria e Irã, mas demonstrou incompreensão quanto à insistência americana na Groenlândia. Macron sugeriu inclusive uma reunião do G7 em Paris, após o encerramento do evento em Davos, com a presença de representantes da Ucrânia, Dinamarca, Síria e Rússia, além de um jantar privado entre os dois líderes antes do retorno de Trump aos Estados Unidos.
Os óculos escuros de Macron
Acho que as crianças chamam isso de aura.
Outro momento que chamou atenção ocorreu quando Macron apareceu usando óculos escuros durante uma das sessões, apesar do inverno rigoroso na Suíça. Trump comentou publicamente o visual do colega francês, questionando o motivo do acessório em pleno mês de janeiro. A observação, feita em tom irônico, acabou ampliando a curiosidade da imprensa.
Pouco depois, Macron explicou que a aparência incomum se devia a um problema no olho, descrito como algo totalmente inofensivo. Ele chegou a brincar com a situação, fazendo uma referência bem-humorada ao “olho do tigre”, associando o episódio a um símbolo de determinação.
Relatos da imprensa francesa indicaram que o presidente sofreu uma hemorragia subconjuntival, causada pelo rompimento de um pequeno vaso sanguíneo no olho. O quadro é considerado benigno, não provoca dor, não afeta a visão e costuma surgir após espirros fortes, esforço físico ou fricção excessiva nos olhos. Os óculos teriam sido usados apenas para evitar atenção excessiva, objetivo que acabou frustrado após o comentário de Trump.
Enquanto as discussões diplomáticas continuavam, os episódios paralelos reforçaram o clima de tensão e informalidade que marcou esta edição do encontro, transformando Davos em palco não apenas de negociações globais, mas também de declarações inesperadas e interpretações variadas sobre o futuro das relações internacionais.
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