Mulher explica por que não se importa que o marido dela durma com outros homens
Renn e Durden formam um casal que chama atenção pelo modo pouco convencional com que conduzem o próprio casamento. Eles se conheceram no Tinder, quando Renn só buscava algo rápido. A convivência, porém, avançou, o romance engatou e, algum tempo depois, ambos estavam casados e descobrindo juntos um tipo de relação totalmente diferente do que haviam vivido antes.
O casal participou do programa Love Don’t Judge, onde contou que ambos são bissexuais e que isso influenciou diretamente na forma como decidiram organizar a vida a dois. Durden contou que assumiu sua bissexualidade cerca de um ano e meio após o início do relacionamento, e a conversa que tiveram depois disso abriu espaço para considerarem novas possibilidades.
A partir daí, os dois começaram a testar um casamento aberto, explorando experiências com mulheres solteiras, homens solteiros e criando um acordo em que cada um teria liberdade para buscar o que o outro não poderia oferecer. Renn afirmou que tudo foi construído aos poucos, com sinceridade e muita conversa.
Ela comentou: “A gente tem um relacionamento muito saudável e muito feliz.” Apesar disso, reconheceu que os três primeiros anos foram cheios de ajustes: “É meio turbulento no começo porque você explora limites e tenta descobrir o que vai funcionar.”
Durden também relembrou a fase inicial, quando criaram regras bastante específicas para tentar evitar conflitos. Entre elas estavam proibições de beijar, evitar contato visual mais prolongado e não usar apelidos como “baby” ou “daddy” com outras pessoas. Mesmo com tantas normas, ele admitiu que o sentimento de ciúme nunca desapareceu por completo, embora Renn tenha dito que conseguiu deixá-lo para trás.
Parece funcionar para eles (Instagram/@wethedurdens)
Com o tempo, encontraram um equilíbrio. Segundo o casal, o casamento aberto permite que realizem desejos que não conseguem suprir entre si, ao mesmo tempo em que mantêm o compromisso emocional e o vínculo primário um com o outro. Para eles, esse formato combina com sua personalidade, sua dinâmica e suas necessidades.
Durden afirmou que se imagina vivendo dessa forma por décadas, talvez até chegarem aos 60 anos. Renn concordou e brincou que, quem sabe, só deixem de “compartilhar” quando estiverem perto dos 70.
Esse tipo de arranjo é parte de um movimento maior que tem atraído cada vez mais adeptos: a chamada “não monogamia ética”. Nela, o relacionamento continua comprometido e estruturado, mas com liberdade sexual negociada e consentida. São casais que preferem construir conexões plurais em vez de seguir exclusivamente o modelo tradicional de monogamia.
Para Renn e Durden, esse tipo de acordo não enfraqueceu o casamento. Pelo contrário: tornou o vínculo mais honesto, leve e adaptado ao que ambos realmente desejam viver.
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