Momento emocionante em que homem que arrancou um pelo encravado, e depois recebeu apenas 4% de chance de sobreviver, acorda do coma
Steven Spinale, morador do Texas, entrou para uma estatística que poucos médicos gostam de enfrentar. Aos 36 anos, pai de família, ele foi levado às pressas para o hospital após semanas se sentindo muito mal, sem que os profissionais conseguissem identificar de imediato a causa do problema.
Segundo relatos de sua irmã, Michelle, os exames iniciais apenas indicavam que algo grave estava acontecendo dentro do corpo dele. Os médicos sabiam que havia um sangramento interno, mas não conseguiam localizar a origem. Naquele momento, a situação ainda parecia controlável diante do que estava por vir.
Em pouco tempo, o quadro clínico se agravou de forma rápida e intensa. Steven sofreu uma piora súbita, entrou em colapso e precisou ser colocado em suporte de vida. Os órgãos começaram a falhar em sequência, levando a equipe médica a identificar a real causa: sepse, uma reação extrema do sistema imunológico a uma infecção.
A sepse ocorre quando o organismo, ao tentar combater uma infecção, acaba atacando seus próprios tecidos e órgãos. É uma condição considerada emergencial e com alto risco de morte, especialmente quando o diagnóstico não é feito de forma imediata.
Steven Spinale lutou contra uma rara infecção bacteriana, sepse, gripe A e pneumonia dupla, entre outros problemas médicos complexos (GoFundMe).
Uma infecção improvável e uma sequência de complicações
A origem da sepse surpreendeu até os médicos. Steven havia contraído uma bactéria rara após tentar remover um pelo encravado na região da virilha. O que parecia um problema simples acabou abrindo caminho para uma infecção agressiva, que se espalhou rapidamente pelo corpo.
Durante a internação, a situação se tornou ainda mais delicada. Steven contraiu influenza A, uma infecção viral que atinge principalmente as vias respiratórias, além de desenvolver pneumonia dupla. Como se não bastasse, os médicos também diagnosticaram síndrome do desconforto respiratório agudo, conhecida como ARDS, condição que impede os pulmões de funcionarem adequadamente.
O impacto da infecção foi devastador. Houve danos graves ao coração, ocorrência de um acidente vascular cerebral e a formação de grandes coágulos sanguíneos nas pernas e no coração. Diante desse cenário, os médicos decidiram induzir Steven ao coma para tentar estabilizar o organismo.
Com o passar das semanas, as notícias ficaram cada vez mais desanimadoras. A família foi informada de que não havia atividade cerebral detectável e que as chances de sobrevivência eram de apenas quatro por cento. Para muitos, aquele seria o fim.
Milagrosamente, ele desafiou as probabilidades e acordou de um coma induzido por medicamentos (GoFundMe).
O despertar inesperado e a luta da família
Mesmo diante do diagnóstico sombrio, a família se recusou a desistir. Michelle contou que precisou insistir para que os aparelhos que mantinham o irmão vivo não fossem desligados. A decisão foi tomada com base na esperança de que ainda houvesse alguma possibilidade de reversão.
Após cerca de quatro semanas em coma induzido, algo inesperado aconteceu. Steven começou a apresentar sinais de consciência. O momento em que ele desperta foi registrado em vídeo por sua irmã, que acompanhava cada pequeno movimento com atenção.
Nas imagens, é possível ver marcas no rosto de Steven, causadas por feridas de pressão decorrentes do longo período em uma cama hospitalar giratória. Ainda assim, os sinais de vida eram claros e inegáveis.
@michellebell111
Michelle compartilhou o vídeo nas redes sociais, relatando que os médicos estavam enganados ao afirmar que não havia atividade cerebral. Segundo ela, a família nunca perdeu a esperança, mesmo quando tudo indicava o pior desfecho possível.
A recuperação não foi imediata nem simples. Após deixar o hospital, Steven precisou reaprender tarefas básicas. Ele passou por sessões intensas de fisioterapia, voltou a sentar-se sozinho, aprendeu a caminhar novamente e retomou a alimentação sólida aos poucos.
Com o tempo, novas imagens começaram a surgir. Steven aparece pescando, sorrindo, convivendo com familiares e participando de atividades do dia a dia. Cada avanço passou a ser tratado como uma vitória.
Michelle segue compartilhando atualizações sobre o estado de saúde do irmão, mostrando os marcos alcançados ao longo da reabilitação. A história de Steven chama atenção não apenas pelo desfecho improvável, mas pela sucessão de eventos médicos raros que quase lhe custaram a vida.
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