Médica explica com que frequência você realmente deveria tomar banho, de acordo com sua idade
Tomar banho faz parte da rotina de milhões de pessoas, seja logo pela manhã para começar o dia ou à noite, como forma de relaxar após horas de trabalho. O hábito é quase automático, mas a ciência mostra que a frequência ideal do banho não é igual para todo mundo e pode variar bastante conforme a idade e as características da pele.
A médica Elizabeth Gordon Spratt explicou que o banho vai muito além da sensação de frescor. Ao longo do dia, o corpo acumula suor, bactérias, células mortas da pele e partículas do ambiente. A água e o sabonete ajudam a remover esses resíduos, mantendo a higiene e reduzindo odores, além de contribuir para a saúde da pele.
Apesar disso, a ideia de que quanto mais banhos, melhor, não é totalmente correta. O excesso pode provocar efeitos indesejados, principalmente quando há uso frequente de água quente ou sabonetes muito agressivos.
O impacto do banho na pele
A pele possui uma camada natural de oleosidade que funciona como uma barreira de proteção. Essa camada ajuda a manter a hidratação e a defender o organismo contra agentes externos, como poluição e micro-organismos. Quando a pele é lavada em excesso, essa proteção pode ser removida com mais facilidade.
Segundo a médica, banhos muito frequentes podem causar ressecamento, coceira e sensibilidade, especialmente em pessoas com pele mais fina ou propensa a irritações. Água muito quente e produtos com detergentes fortes intensificam esse problema, pois retiram ainda mais a umidade natural da pele.
Por isso, a frequência ideal deve equilibrar limpeza e preservação dessa barreira protetora, evitando tanto a falta quanto o excesso de higiene.
Frequência recomendada em cada fase da vida
Para a maioria dos adultos, um banho por dia costuma ser suficiente para manter a higiene adequada, especialmente em climas quentes ou em situações de maior transpiração. Em alguns casos, como após atividade física intensa, pode haver necessidade de um banho extra, mas isso não deve se tornar regra diária.
A médica destaca que o número máximo recomendado para a maioria das pessoas é de dois banhos por dia. Acima disso, os riscos de ressecamento e irritação da pele aumentam consideravelmente, sem benefícios claros para a saúde.
Já entre pessoas com mais de 65 anos, a orientação muda. Nessa fase da vida, a pele tende a produzir menos oleosidade natural, tornando-se mais seca e sensível. Por esse motivo, banhos diários podem agravar o ressecamento. Para muitos idosos, tomar banho a cada dois ou três dias é considerado suficiente, desde que a higiene básica seja mantida.
Além da frequência, a forma como o banho é tomado também importa. Banhos mais curtos, com água morna e sabonetes suaves, ajudam a reduzir impactos negativos sobre a pele em qualquer idade.
Nos últimos tempos, também surgiram novas abordagens relacionadas ao banho, como o chamado banho no escuro. Essa prática costuma ser feita à noite, com pouca ou nenhuma iluminação, e tem como objetivo estimular o relaxamento. De acordo com especialistas, reduzir os estímulos visuais cria um ambiente mais calmo, ajudando o sistema nervoso a desacelerar antes de dormir.
A proposta contrasta com o banho matinal tradicional, geralmente associado à energia e ao despertar do corpo. Em vez disso, o banho com luz reduzida foca no conforto sensorial e na transição para o descanso, sem necessariamente alterar a frequência recomendada de higiene.
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