Marido e esposa tiveram relações sexuais todos os dias durante um ano para ver o impacto que isso teria neles
Uma proposta inusitada marcou o aniversário de 40 anos de um casal que já estava junto havia oito anos. A ideia partiu de Charla Muller, que buscava um presente diferente para o marido, Brad Muller. Em vez de algo material, ela sugeriu um experimento pessoal: manter relações sexuais todos os dias durante um ano inteiro, totalizando 365 dias consecutivos.
A proposta não surgiu como uma brincadeira casual. Charla via a experiência como um teste de compromisso, rotina e intimidade, além de uma forma de observar como a constância poderia afetar o relacionamento. A ideia também tinha um componente simbólico, já que marcaria uma nova fase da vida do casal com um desafio compartilhado.
A reação inicial de Brad foi de recusa. Ao tomar conhecimento de que esse seria o presente de aniversário, ele demonstrou preocupação com a viabilidade da proposta. Para ele, a obrigação diária poderia transformar algo espontâneo em uma tarefa rígida, com risco de reduzir o prazer e a naturalidade da intimidade. Havia também o receio de que a agenda apertada do dia a dia tornasse o plano mais estressante do que positivo.
Mesmo diante da negativa inicial, o tema abriu espaço para conversas mais profundas entre os dois. O casal passou a discutir expectativas, limites, cansaço, desejo e a forma como a rotina influencia a vida íntima de casais de longa data. A proposta deixou de ser apenas sobre sexo e passou a envolver comunicação, adaptação e prioridades dentro do relacionamento.
A ideia do experimento e o peso da rotina
Charla enxergava o desafio como um experimento de convivência, não como uma maratona de desempenho. Para ela, o foco estava na constância e no compromisso de reservar um momento para a intimidade, mesmo em dias comuns, cansativos ou emocionalmente carregados. A experiência colocava em evidência algo comum em muitos relacionamentos duradouros: a tendência de deixar o contato íntimo em segundo plano diante de trabalho, filhos e responsabilidades.
A resistência de Brad refletia um sentimento compartilhado por muitas pessoas. A noção de agendar o sexo pode soar artificial para quem associa o desejo exclusivamente à espontaneidade. Ainda assim, a proposta levantava uma questão prática: será que a regularidade necessariamente elimina o prazer, ou pode criar novas formas de conexão?
O casal percebeu que a simples discussão já estava alterando a dinâmica entre eles. Falar abertamente sobre frequência, vontade e expectativas trouxe à tona temas que nem sempre aparecem em conversas cotidianas. A experiência, antes mesmo de começar, já estava cumprindo um papel de provocação emocional e relacional.
Conversas, receios e ajustes ao longo do caminho
Ao longo das reflexões, Charla explicou que não esperava perfeição nem romantização constante. O plano envolvia aceitar dias em que o cansaço falaria mais alto e outros em que a conexão surgiria com mais facilidade. A constância não significava intensidade máxima, mas presença e disposição para o encontro.
Brad, por sua vez, passou a reconsiderar a proposta ao entender que o experimento não precisava ser encarado como uma obrigação mecânica. A possibilidade de ajustar expectativas, respeitar limites e manter o diálogo aberto reduziu parte da ansiedade inicial. O desafio deixou de ser um teste de resistência e passou a ser visto como um acordo flexível entre duas pessoas que já compartilhavam uma história longa.
A experiência também chamou atenção fora do círculo íntimo do casal, justamente por tocar em um tema comum e pouco discutido com franqueza: a sexualidade em relacionamentos estáveis e de longa duração. A proposta levantou debates sobre desejo, rotina, planejamento e a ideia de que intimidade pode ser construída tanto pela espontaneidade quanto pela intenção consciente.
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