Mãe de 34 anos diagnosticada com câncer em estágio 3 revela o único sintoma que ela descartou como “ficar tempo demais sentada” na mesa de trabalho
Courtney Liniewski, de Milwaukee, nos Estados Unidos, começou a perceber que algo não ia bem durante uma viagem de férias com o marido ao México, em fevereiro de 2022. No primeiro dia, notou um inchaço no pescoço que lhe chamou a atenção.
“Não doía, era só um caroço grande e fácil de sentir, como se fosse uma reação alérgica”, contou. Nos dias seguintes, surgiram outros sinais estranhos: dificuldade para respirar, dor no peito e falta de ar até para subir escadas.
Ao voltar para casa, aos 34 anos, procurou um médico imediatamente. Ela foi encaminhada com urgência para uma tomografia. O resultado revelou algo assustador: um tumor de 11 centímetros no tórax, descrito pelos médicos como “do tamanho de uma toranja”. O diagnóstico confirmou linfoma folicular em estágio 3.
A mãe só percebeu que algo estava errado durante as férias (Kennedy)
“Eu fiquei em pânico. Chorei muito, entrei em desespero, pensei nas piores possibilidades”, relembrou.
Menos de duas semanas depois, Courtney iniciou sessões intensas de quimioterapia. O tratamento foi desgastante, mas em julho do mesmo ano ela recebeu a notícia de que estava livre do câncer.
Hoje, atuando como conselheira de saúde mental, Courtney tenta alertar outras pessoas sobre um detalhe que ignorou por meses: uma dor nas costas que surgia no fim de 2021 e que ela acreditava ser apenas consequência de passar tempo demais sentada.
“Era uma dor intermitente, mas muito forte e aguda”, explicou. “Ficava abaixo das omoplatas, bem na região do esterno, nas costas. Achei que era falta de alongamento, sedentarismo, preguiça.”
Por causa do trabalho, ela passava longas horas sentada, o que reforçou a impressão de que a dor não tinha nada de sério.
Ela enfrentou meses de sessões exaustivas de quimioterapia (Kennedy)
Os sintomas começaram a se intensificar em janeiro de 2022, mas de maneiras aparentemente desconectadas. “Eu perdia a audição do ouvido esquerdo todas as noites. Meu nariz escorria sem parar. Eram sintomas estranhos, mas não eram constantes, então nada indicava claramente que havia algo grave acontecendo.”
Mesmo após celebrar três anos livre do câncer, Courtney continua em acompanhamento regular com seu oncologista. Ela admite ter medo de uma possível recidiva. “Foi maravilhoso saber que eu estava livre do câncer, mas ao mesmo tempo fiquei apreensiva. Pelo tipo de câncer e pela agressividade, é praticamente certo que ele possa voltar algum dia. Mesmo assim, não precisei de mais tratamentos desde então.”
Courtney conta sua história para incentivar outras pessoas a prestarem atenção em sinais persistentes do corpo, mesmo quando parecem banais. Para ela, insistir em uma investigação médica pode evitar diagnósticos tardios.
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