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Curiosidades

Homem que teve relações sexuais com uma pessoa diferente todos os dias durante um ano revela o impacto chocante que teve em sua vida

O artista performático Mischa Badasyan ficou conhecido por um projeto que chamou atenção pela duração, pelo método e pelas consequências pessoais. Durante 365 dias consecutivos, ele manteve relações íntimas com uma pessoa diferente a cada dia, como parte de uma obra de arte intitulada Save the Date. A proposta não seguiu regras comuns de encontros nem buscou conforto emocional. O objetivo declarado era transformar uma vivência pessoal em um experimento artístico de longo prazo.

Radicado em Berlim, o artista iniciou o projeto em 2014. A ideia surgiu a partir de um sentimento persistente de solidão e da percepção de uma carência de vínculos afetivos duradouros em sua própria vida. Segundo ele, a performance nasceu da vontade de exagerar estados emocionais reais e colocá-los em evidência por meio do corpo e das relações humanas.

“Eu queria fazer uma obra que amplificasse meus sentimentos e meu estado emocional naquele momento”, disse em entrevista. “Até então, eu nunca tinha me apaixonado. Nesta performance, vou compartilhar e oferecer todo o meu amor às pessoas.”

Para Badasyan, o sexo não era o fim em si mesmo, mas um meio de expressão artística. Ele descreveu o projeto como uma forma de arte processual, baseada na estética relacional, conceito em que a obra só existe plenamente no contato entre pessoas. “Sexo é apenas um método para expressar minha ideia”, afirmou. “É uma arte que só existe na relação com alguém que eu encontro.”

Antes mesmo de começar, o anúncio do Save the Date gerou reações intensas. Houve críticas, rejeição e comentários agressivos, mas também curiosidade genuína. Muitas pessoas quiseram entender como alguém conseguiria sustentar emocional e fisicamente uma proposta tão prolongada, exposta e vulnerável.

O próprio artista admitia não saber exatamente o que encontraria ao longo do caminho. “Eu realmente não sei o que vai acontecer”, disse antes do início. “Espero encontros muito bonitos e loucos. Alguns românticos, outros apenas intensos e sensuais.” Ele afirmava tentar ser honesto com cada pessoa e aproveitar cada encontro de forma individual.

A busca diária por parceiros acontecia de várias maneiras. Aplicativos e sites de relacionamento eram usados com frequência, algo que ele comparou a escolher produtos em um supermercado, pela lógica rápida e repetitiva. Ao mesmo tempo, ele também se propunha a conhecer pessoas presencialmente, em situações cotidianas, sem intermediação digital.

O projeto não começou de forma improvisada. Badasyan contou que passou cerca de seis meses se preparando. Cuidou da saúde física e sexual, refletiu sobre limites pessoais e analisou questões morais e éticas envolvidas. Havia um planejamento detalhado para tornar possível a execução da ideia durante um ano inteiro, sem interrupções.

Dois anos após o início da performance, ele falou publicamente sobre os efeitos acumulados da experiência. Para ele, a arte performática não se baseia em acertos ou erros, mas em vivências reais. “A beleza da arte, especialmente da performance, é que não existe certo ou errado”, afirmou. “É sempre uma experiência de vida, que pode ensinar muito.”

Ele também reconheceu o custo emocional do projeto. Sabia desde o início que seria algo extremo. “Eu sabia que seria uma missão kamikaze e que eu iria sofrer bastante”, disse. “A dor é a base da minha arte.”

Entre os momentos mais difíceis, a rejeição ocupou um lugar central. Havia dias em que várias tentativas falhavam, e ainda assim ele precisava encontrar alguém para cumprir a proposta. “É uma experiência muito difícil, eu diria traumática, quando todo mundo te rejeita ao mesmo tempo e você ainda precisa encontrar alguém para completar a meta do dia”, relatou.

Para seguir adiante, ele desenvolveu mecanismos de defesa emocional. “Eu me ensinei a não chorar e a continuar dizendo para mim mesmo: ‘Mischa, é só um projeto, não se importe com isso’.”

Ao longo do ano, o artista percebeu mudanças profundas na relação com o próprio corpo e com o sexo. Em um dos relatos mais pessoais, contou que chorou durante um encontro, algo que nunca havia acontecido antes. Isso o fez perceber o quanto emoções e fisicalidade estavam entrelaçadas de formas inesperadas.

Houve também momentos de energia e entusiasmo. Ele conheceu pessoas que o inspiraram e que gostaria de rever. Esses encontros lhe davam força, mas vinham acompanhados de um peso crescente. “O projeto criou muita energia negativa que eu precisei administrar”, explicou. Tornou-se difícil dizer não, encerrar vínculos e relaxar emocionalmente.

Com o passar dos meses, as experiências se tornaram mais intensas e, segundo ele, isso alterou sua percepção de prazer. Nos últimos quatro a cinco meses do projeto, Badasyan afirmou que já não conseguia sentir estímulo da mesma forma. “Eu não conseguia aproveitar sem violência”, declarou. “Precisava bater, apanhar, para me sentir excitado. Isso foi muito novo e estranho para mim.”

Apesar das dificuldades, ele também destacou aprendizados positivos. Disse ter compreendido melhor o quanto o corpo humano pode ser sensível e poderoso. Alguns encontros se transformaram em conexões duradouras. “Alguns encontros viraram parte do meu trabalho. Outros se tornaram amigos próximos”, contou. “É bonito estar conectado com alguém que começou como parte de uma obra e agora faz parte da minha vida.”

No início, os parceiros não sabiam que faziam parte de um projeto artístico. Com o aumento da atenção pública e da divulgação, ele passou a contar, permitindo que cada pessoa decidisse se queria ou não participar daquela experiência que misturava arte, intimidade e exposição contínua.

Esse Homem que teve relações sexuais com uma pessoa diferente todos os dias durante um ano revela o impacto chocante que teve em sua vida foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.