Filme do assassinato de JFK que ficou escondido por décadas pode confirmar uma grande teoria da conspiração de 62 anos
O assassinato do presidente norte-americano John F. Kennedy continua sendo um dos episódios mais debatidos do século XX. Décadas depois dos disparos que interromperam sua vida em Dallas, novas peças desse quebra-cabeça ainda surgem e reacendem questionamentos que nunca desapareceram por completo.
Na manhã de 22 de novembro de 1963, Kennedy seguia em carro aberto pelas ruas do Texas, acenando para a multidão, quando foi atingido por tiros fatais. A notícia se espalhou rapidamente e causou comoção mundial. Quase imediatamente, começaram as tentativas de explicar o que havia ocorrido e identificar os responsáveis.
Pouco tempo depois, a Comissão Warren concluiu que Lee Harvey Oswald havia agido sozinho. Segundo o relatório oficial, ele disparou contra o presidente a partir de um prédio próximo ao trajeto da comitiva. Dois dias após o atentado, Oswald foi morto a tiros enquanto era transferido sob custódia policial, o que alimentou ainda mais suspeitas e dúvidas.
John F. Kennedy foi assassinado a tiros no Texas em 22 de novembro de 1963.
O exame do corpo do presidente levantou questionamentos difíceis de ignorar. Especialistas e curiosos passaram a discutir como um único projétil poderia ter causado tantos ferimentos em sequência. A chamada teoria da bala única tornou-se um dos pontos mais controversos da investigação oficial, servindo de base para hipóteses sobre múltiplos disparos e possíveis atiradores adicionais.
Um filme esquecido por décadas
O suspeito Lee Harvey Oswald foi morto a tiros apenas dois dias após o assassinato de JFK.
Entre as evidências mais comentadas está um registro feito por Orville Nix, um técnico de ar-condicionado que estava presente no local. Ele gravou imagens em filme 8 mm a partir de um ponto conhecido como grassy knoll, área citada por algumas testemunhas como possível origem de disparos. O material mostra o momento exato do atentado sob um ângulo diferente de outros registros mais conhecidos.
Esse filme não é exibido publicamente desde 1978. Na época, ele foi analisado por uma empresa especializada e acabou entrando para a guarda federal. Desde então, autoridades afirmam não saber onde o material original está armazenado, o que gerou uma longa disputa judicial.
Orville Nix morreu em 1972, mas a busca pelo filme continuou com sua família. A neta, Linda Gayle Nix Jackson, assumiu a batalha legal iniciada pelo pai. Segundo estimativas apresentadas em processos, o valor histórico e potencial do registro poderia chegar a centenas de milhões de dólares.
Tecnologia moderna e antigas suspeitas
O advogado Scott Watnik, representante da família, afirma que os avanços tecnológicos atuais podem extrair detalhes que eram impossíveis de identificar no passado. Em entrevista, ele declarou que o filme é o único conhecido a registrar diretamente a área do grassy knoll no exato momento dos disparos.
De acordo com Watnik, técnicas ópticas modernas poderiam revelar movimentos, sombras ou indícios que reforcem a ideia de que Oswald não agiu sozinho. Ele também destacou que essas análises poderiam dar mais peso às conclusões de um relatório de 1978 do Comitê da Câmara sobre Assassinatos, que apontou que Kennedy provavelmente foi morto em decorrência de uma conspiração.
Recentemente, um juiz federal decidiu que a disputa judicial envolvendo o filme pode avançar. Com isso, cresce a expectativa de que o material finalmente venha a público. Caso seja localizado e analisado com as ferramentas atuais, o registro pode reacender debates antigos e adicionar novos elementos a um dos mistérios mais persistentes da história moderna.
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