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Curiosidades

Especialista emite alerta sobre a tendência do “eletrossexo”, que está se tornando mais popular e pode ser fatal

Uma prática sexual perigosa tem chamado a atenção de especialistas em saúde por já ter resultado em mortes e sérios acidentes. Trata-se da eletroestimulação erótica, também conhecida como “eletrossexo” ou simplesmente “e-stim”, uma forma de estimulação sexual que utiliza impulsos elétricos aplicados diretamente nos órgãos genitais. Embora muitos considerem a técnica excitante ou inovadora, ela pode representar riscos graves à saúde, especialmente quando realizada sem o conhecimento adequado ou com equipamentos inadequados.

A eletroestimulação erótica funciona por meio de aparelhos que conduzem pequenas correntes elétricas ao corpo com a intenção de gerar prazer. No entanto, o uso incorreto desses dispositivos pode causar desde queimaduras na pele até arritmias cardíacas fatais.

A ginecologista e obstetra Dra. Sherry A. Ross, em entrevista à revista Cosmopolitan, destacou que qualquer equipamento elétrico tem potencial para produzir calor e provocar danos sérios. “Qualquer dispositivo elétrico pode gerar calor suficiente para causar queimaduras, arritmias cardíacas e até a morte”, alertou a médica.

Além disso, segundo ela, é fundamental saber se a pessoa envolvida está saudável e não está grávida, já que essas condições aumentam os riscos. A profissional também enfatiza que a prática só deve ser feita com aparelhos específicos e projetados para esse fim.

A enfermeira e diretora clínica do Women’s Institute for Sexual Health, Brooke Faught, compartilha da mesma preocupação. Ela explica que os maiores perigos surgem quando são usados dispositivos não projetados para uso humano ou sexual, como eletrodomésticos modificados ou equipamentos improvisados.

“Quando utilizados de forma segura e adequada, esses dispositivos têm baixo potencial de causar danos. O problema surge quando alguém usa um aparelho que não foi feito para isso. Um estímulo elétrico excessivo pode causar dor, cãibras e até consequências musculoesqueléticas ou neurológicas”, afirmou.

Embora mortes causadas por e-stim sejam raras, elas já aconteceram. Em 2008, nos Estados Unidos, um homem morreu eletrocutado enquanto se masturbava com um equipamento improvisado. A esposa, Amanda Martin, relatou que encontrou o marido Paul, sem roupas da cintura para baixo e com fios ligados ao corpo. “Tentei movê-lo, mas levei um choque elétrico”, contou no depoimento às autoridades.

No mesmo ano, outro caso chocou a Pensilvânia. Toby Taylor, de 37 anos, foi acusado de homicídio culposo após sua esposa morrer vítima de um ataque cardíaco provocado por um aparelho caseiro de eletroestimulação que utilizava um secador de cabelo. Segundo o laudo, Taylor prendeu um fio ao corpo da mulher e conectou-o diretamente a uma extensão elétrica, repetindo o processo várias vezes.

Inicialmente, ele afirmou que a esposa havia se acidentado com o secador, mas as queimaduras encontradas no corpo da vítima revelaram a verdade. Taylor teve fiança fixada em 100.000 dólares e foi acusado também de colocar a vida de outra pessoa em risco de forma imprudente.

O legista do condado de York, Barry Bloss, questionou a imprudência do ato. “Mesmo que já tenha feito isso antes, é preciso saber que você pode matar alguém”, declarou em entrevista à ABC Action News.

Especialistas reforçam que nunca se deve tentar construir equipamentos caseiros para esse tipo de prática. Apenas dispositivos projetados especificamente para eletroestimulação sexual devem ser usados.

Segundo Heidi, diretora executiva da loja Current Pleasures, que comercializa aparelhos seguros de e-stim, os modelos de baixa frequência geralmente produzem sensações de formigamento, enquanto os de frequência mais alta provocam contrações musculares. Ela também ressalta que, quando usado corretamente, o procedimento não deve deixar marcas de queimadura, e o uso de géis condutivos especiais pode ajudar a reduzir riscos.

O crescente interesse por práticas sexuais diferentes tem levado muitas pessoas a explorarem o eletrosexo, mas os especialistas são claros ao afirmar que a falta de conhecimento e a improvisação podem transformar uma experiência prazerosa em uma tragédia. O uso de equipamentos apropriados, a observação do estado de saúde dos envolvidos e a atenção às orientações médicas são fatores essenciais para reduzir os riscos associados a essa prática.

Esse Especialista emite alerta sobre a tendência do “eletrossexo”, que está se tornando mais popular e pode ser fatal foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.