“Ereção da morte” explicada após agente funerário revelar o que acontece quando alguém morre com uma
O fenômeno conhecido como “ereção pós-morte” é um dos eventos mais curiosos e raros observados por profissionais que lidam com corpos. O termo pode soar estranho, mas descreve exatamente o que o nome sugere: uma ereção que ocorre após a morte. Embora pareça improvável, casos assim já foram documentados em contextos específicos e despertam o interesse de especialistas e leigos.
O diretor funerário e tanatologista Victor M. Sweeney comentou sobre o assunto durante uma entrevista para o canal LADbible, no quadro “Honesty Box”. Conhecido por falar abertamente sobre temas considerados tabu, ele contou que, em sua experiência, nunca presenciou uma pessoa morrer já com uma ereção. No entanto, revelou que durante o processo de embalsamamento já observou algo semelhante ocorrer.
“Já embalsamei corpos em que, de forma inexplicável, toda a pressão acabava se concentrando na região pélvica, e o pênis ficava ereto novamente. Depois, isso desaparece quando a pressão abdominal diminui. É algo raro, mas já vi acontecer duas vezes na minha carreira”, explicou o especialista.
O fenômeno também é conhecido como “angel lust” (“luxúria angelical”, em tradução livre) e está relacionado a um tipo de priapismo — termo médico usado para descrever ereções prolongadas que não têm relação com estímulo sexual.
De acordo com o centro médico norte-americano Mayo Clinic, o priapismo ocorre principalmente em pessoas vivas e pode ser dividido em dois tipos: isquêmico (ou de baixo fluxo) e não isquêmico (ou de alto fluxo). No primeiro caso, o sangue fica preso no pênis por causa de um bloqueio nas veias ou falha na contração dos músculos lisos dentro do tecido erétil. Já no segundo, há um fluxo arterial anormal, mas o tecido ainda recebe oxigenação.
Em cadáveres, a ereção pós-morte é atribuída a fatores fisiológicos que acontecem após a interrupção do funcionamento do sistema nervoso central. Lesões na medula espinhal, por exemplo, estão entre as causas mais associadas ao fenômeno, especialmente em mortes por enforcamento ou ferimentos que comprimem a coluna. Nesses casos, a pressão sanguínea se acumula na região pélvica e pode causar a ereção involuntária.
Embora o tema desperte curiosidade e até risos em quem ouve pela primeira vez, profissionais da área funerária o tratam como um evento puramente biológico. Segundo Sweeney, a rigidez é temporária e tende a desaparecer naturalmente conforme o corpo perde pressão interna e passa pelos processos de decomposição e conservação.
A “ereção pós-morte” continua sendo uma das manifestações mais incomuns registradas no corpo humano, ocorrendo em raríssimos casos e ainda cercada de mistério mesmo entre os especialistas.
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