Drone ucraniano atinge uma das principais fábricas químicas da Rússia em meio à escalada de temores de 3ª Guerra Mundial
A guerra entre Rússia e Ucrânia ganhou um novo capítulo com um ataque que surpreendeu até mesmo analistas militares experientes. Um drone ucraniano atingiu o complexo químico Metafrax Chemicals, localizado em Perm Krai, a mais de 1.800 quilômetros da fronteira com a Ucrânia. O alvo fica na cidade de Gubakha, uma região industrial afastada até mesmo de Moscou.
O governador local, Dmitry Makhonin, confirmou que a instalação foi atingida por volta das 21h20. Apesar do impacto, ele declarou que “a instalação está funcionando normalmente. Os serviços de emergência estão no local. Não há ameaça à segurança dos moradores”.
O ataque ganha relevância porque a fábrica atingida abriga uma unidade inaugurada em 2023 para produção de Amônia-Ureia-Melamina (AUM). Em apenas oito meses de operação, o complexo já havia produzido cerca de 300 mil toneladas de amônia. O Metafrax Chemicals está sob sanções do Reino Unido e da própria Ucrânia, tornando-o um alvo simbólico além de estratégico.
Esse não é um caso isolado. Nas últimas semanas, a Ucrânia intensificou ataques contra alvos localizados profundamente em território russo. Um relatório de inteligência apontou que, apenas dois dias antes, drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo na região de Bashkortostan, a quase 1.500 quilômetros da fronteira. Essas ofensivas mostram a capacidade de Kiev de atingir infraestruturas vitais, mesmo em áreas consideradas fora de alcance.
A notícia do ataque repercutiu internacionalmente, sobretudo nos Estados Unidos, onde cresce o temor de uma escalada que poderia levar a um conflito global. Uma pesquisa recente do instituto YouGov revelou que 45% dos norte-americanos acreditam que uma nova guerra mundial é provável nos próximos anos.
Nesse contexto, o presidente Donald Trump publicou em sua rede Truth Social uma mensagem direcionada não apenas aos países da OTAN, mas também à comunidade internacional. No texto, que chamou de “carta a todas as nações da OTAN e ao mundo”, ele afirmou estar disposto a adotar novas sanções contra a Rússia, mas apenas sob determinadas condições.
“Estou pronto para aplicar sanções pesadas à Rússia quando todas as nações da OTAN tiverem concordado e começado a fazer o mesmo, e quando todas as nações da OTAN PARAREM DE COMPRAR PETRÓLEO DA RÚSSIA”, escreveu Trump. Ele criticou o que considera um comprometimento insuficiente da aliança, afirmando que a compra de petróleo russo “enfraquece de forma chocante” a posição de negociação.
Trump também defendeu tarifas pesadas contra a China, de 50% a 100%, a serem retiradas apenas após o fim da guerra. “A China tem um forte controle sobre a Rússia, e essas tarifas poderosas vão quebrar esse controle”, declarou.
O presidente fez questão de destacar que “essa não é a guerra de Trump”, reforçando que o conflito só teria começado porque Joe Biden estava no poder. Segundo ele, “se a OTAN fizer o que digo, a guerra terminará rapidamente, e todas essas vidas serão salvas”. Em sua publicação, Trump chegou a mencionar o número de 7.118 vidas perdidas em apenas uma semana, chamando a situação de “loucura”.
Enquanto autoridades russas tentam minimizar os danos do ataque e a Ucrânia segue ampliando o alcance de suas ofensivas, as declarações de Trump adicionam mais tensão a um cenário já instável, com a comunidade internacional acompanhando de perto os desdobramentos dessa guerra que parece cada vez mais imprevisível.
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