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Curiosidades

Dermatologista diz que existe um tipo de espinha que você nunca deve espremer no rosto

Muita gente cresce ouvindo que não deve espremer espinhas, mas, na prática, a tentação costuma falar mais alto. Basta um novo ponto inflamado surgir no rosto para que dedos curiosos entrem em ação. O problema é que nem todas as espinhas são iguais, e algumas delas podem causar consequências bem mais sérias quando manipuladas.

A dermatologista Dr. Samantha Ellis, conhecida por compartilhar conteúdos educativos sobre cuidados com a pele, faz um alerta direto sobre um tipo específico de lesão: a acne cística. Segundo ela, esses casos estão entre os que jamais deveriam ser espremidos em casa.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, a médica orienta que as pessoas escolham bem “suas batalhas” quando o assunto é lidar com imperfeições da pele. Para ela, espinhas grandes, profundas e doloridas exigem atenção especial. “Não mexa em espinhas como essas. Como dermatologista, eu classificaria isso como acne cística. Ela é profunda, como um iceberg”, afirmou.

A comparação não é por acaso. De acordo com a especialista, apenas uma pequena parte da inflamação fica visível na superfície da pele. O restante permanece escondido nas camadas mais profundas. “Estamos vendo cerca de 10% dela na superfície, enquanto todo o resto está abaixo”, explicou.

Esse tipo de lesão se enquadra no que os médicos chamam de acne inflamatória. Conforme descrito por instituições de saúde como a Aurora Health Care, ela surge quando os poros da pele ficam obstruídos por uma combinação de oleosidade excessiva, células mortas e bactérias. O resultado são infecções profundas, que costumam causar dor, inchaço e sensibilidade ao toque.

Embora seja mais comum no rosto, a acne cística também pode aparecer nas costas, no peito e nos ombros. Em alguns casos, os cistos atingem tamanhos consideráveis e podem persistir por semanas ou até meses sem tratamento adequado. Quadros leves envolvem poucas lesões, enquanto formas mais severas podem cobrir áreas extensas do corpo.

Os especialistas apontam as alterações hormonais como um dos principais gatilhos. Elas estimulam a produção de sebo, criando um ambiente favorável à inflamação. Por isso, a acne cística é frequente durante a adolescência, mas não se limita a essa fase da vida. Adultos também podem desenvolver o problema, especialmente mulheres, que costumam notar piora durante o ciclo menstrual, a gravidez ou a menopausa.

Outros fatores também entram na lista de possíveis causas. O uso de maquiagem ou produtos de cuidados com a pele muito oleosos, certos medicamentos e até o histórico familiar de acne podem contribuir para o aparecimento dessas lesões. Além disso, trata-se de um tipo de acne conhecido por ser mais difícil de tratar.

Apesar de serem especialmente tentadoras, essas espinhas não devem ser espremidas. A própria Dr. Ellis reconhece a dificuldade de resistir. “Eu sei que, às vezes, são as mais tentadoras. Elas doem, parecem cheias, dão a sensação de que vai ser satisfatório, mas não vai”, disse.

Mas, segundo o Dr. Ellis, você realmente não deve “mexer” em acne cística

Mas, segundo o Dr. Ellis, você realmente não deve “mexer” em acne cística

Ela explica que, por estarem tão profundas, a chance de remover todo o conteúdo inflamatório ao apertar é muito baixa. O mais provável é empurrar bactérias e secreções ainda mais para dentro da pele. Isso aumenta significativamente o risco de inflamação intensa, irritação persistente e cicatrizes permanentes.

Para quem busca aliviar o desconforto sem piorar o quadro, especialistas recomendam abordagens mais seguras. A American Academy of Dermatology reforça a orientação de manter as mãos longe das espinhas, mesmo quando parecem prestes a “estourar”.

Uma medida simples que pode ajudar é aplicar uma compressa morna e úmida sobre a região. O calor pode auxiliar a reduzir a dor e, em alguns casos, favorecer a evolução natural da lesão, sem necessidade de pressão manual.

Além disso, existem tratamentos tópicos que atuam na superfície da pele e ajudam a controlar a inflamação. Produtos com ingredientes como adapaleno, ácido azelaico, peróxido de benzoíla ou ácido salicílico costumam ser utilizados para combater a acne, sempre com orientação adequada.

Quando as lesões são frequentes, dolorosas ou deixam marcas, a avaliação de um dermatologista se torna fundamental. O profissional pode indicar tratamentos mais específicos, incluindo medicamentos orais ou procedimentos realizados em consultório, reduzindo o risco de cicatrizes e complicações a longo prazo.

Esse Dermatologista diz que existe um tipo de espinha que você nunca deve espremer no rosto foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.