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Curiosidades

Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA aconselha de forma inusitada o público sobre os “melhores alimentos para inserir no reto”

Uma publicação recente associada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos chamou atenção por um motivo inesperado. Um novo site oficial de orientação alimentar, criado para apoiar as Diretrizes Alimentares para os Americanos 2025–2030, acabou gerando confusão após usuários explorarem respostas pouco convencionais fornecidas por um chatbot com inteligência artificial integrado à plataforma.

O portal foi desenvolvido pelo U.S. Department of Health and Human Services com o objetivo de incentivar hábitos alimentares mais saudáveis, priorizando alimentos integrais e reduzindo o consumo de produtos ultraprocessados. A proposta central é orientar a população a fazer escolhas baseadas em alimentos ricos em nutrientes, com linguagem acessível e apoio tecnológico.

No entanto, visitantes decidiram testar os limites do chatbot. Entre as perguntas feitas, algumas buscavam saber quais alimentos poderiam ser inseridos no reto humano. As respostas automáticas indicaram exemplos como banana e pepino, o que rapidamente se espalhou nas redes sociais e gerou perplexidade. Apesar de não haver qualquer recomendação médica nesse sentido, o episódio levantou questionamentos sobre o uso de inteligência artificial em comunicações oficiais de saúde pública.

O contexto das novas diretrizes alimentares

O lançamento do site ocorreu em paralelo à divulgação de uma revisão ampla das diretrizes nutricionais norte-americanas, promovida pelo governo federal. As novas recomendações foram apresentadas como parte da campanha “Make America Healthy Again”, liderada pelo secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr..

O modelo atualizado representa uma mudança significativa em relação às orientações anteriores. Desde 2011, os Estados Unidos utilizavam o padrão visual do MyPlate, que substituiu a antiga pirâmide alimentar de 1992. Nesse formato, grãos ocupavam a base da alimentação, seguidos por vegetais e frutas, com laticínios e proteínas em menor proporção, enquanto gorduras e doces apareciam de forma limitada.

A nova proposta altera essa hierarquia. Proteínas, laticínios e gorduras consideradas saudáveis passam a ter papel central, ao lado de vegetais e frutas. Grãos integrais continuam presentes, mas ocupam a menor parcela do plano alimentar. O objetivo declarado é aumentar o consumo de proteínas e reduzir a dependência de alimentos ultraprocessados.

As diretrizes também recomendam uma ingestão proteica maior do que a adotada anteriormente. O novo intervalo sugerido varia entre 1,2 e 1,6 grama de proteína por quilograma de peso corporal por dia, acima do mínimo anterior de 0,8 grama por quilograma. Segundo o governo, essa mudança busca atender melhor às necessidades nutricionais de uma população mais ativa e envelhecida.

Críticas de especialistas e controvérsias

Apesar da justificativa oficial, a revisão não foi recebida de forma unânime pela comunidade científica. Parte dos especialistas expressou preocupação com a ênfase em carne vermelha, queijos e gorduras saturadas, itens que por décadas foram associados a riscos cardiovasculares quando consumidos em excesso.

Durante a apresentação das novas diretrizes, Kennedy afirmou que proteínas e gorduras saudáveis foram injustamente desencorajadas no passado e declarou que o governo estaria encerrando o que chamou de “guerra contra as gorduras saturadas”. A fala reforçou o tom de ruptura com recomendações anteriores.

Críticas surgiram rapidamente. Christopher Gardner, pesquisador em nutrição da Stanford University, afirmou em entrevista à NPR que o novo modelo contradiz décadas de evidências científicas. Segundo ele, posicionar carne vermelha e fontes de gordura saturada como prioridades alimentares vai contra um vasto corpo de pesquisas acumuladas ao longo de anos.

Enquanto o debate científico segue, o episódio envolvendo o chatbot destacou um desafio adicional: o cuidado necessário ao empregar inteligência artificial em políticas públicas de saúde. Embora a intenção do site seja promover alimentação consciente, respostas fora de contexto mostraram como ferramentas automatizadas podem gerar interpretações equivocadas quando não são rigidamente controladas.

Esse Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA aconselha de forma inusitada o público sobre os “melhores alimentos para inserir no reto” foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.