Corpo de adolescente encontrada no porta-malas do Tesla do cantor D4vd estava congelado e decapitado
O caso envolvendo a morte da adolescente Celeste Rivas voltou a ganhar atenção após novas e perturbadoras informações virem à tona. A jovem, que desapareceu aos 13 anos em Lake Elsinore, na Califórnia, havia sumido sem deixar rastros em abril de 2024. Por meses, a família buscou explicações, enquanto cartazes de desaparecida circulavam pela região.
O rumo das investigações mudou apenas em setembro de 2025, quando um forte odor vindo do porta-malas de um Tesla chamou a atenção de moradores em Los Angeles. A polícia foi acionada e, ao abrir o compartimento, encontrou restos mortais que mais tarde seriam identificados como pertencentes a Celeste.
O veículo onde o corpo foi localizado estava registrado em nome do cantor e compositor David Anthony Burke, conhecido artisticamente como D4vd. Ele estava em turnê no momento da descoberta. Um porta-voz do artista informou: “D4vd foi comunicado sobre o que aconteceu. E, mesmo estando na estrada, está cooperando integralmente com as autoridades.”
Os restos mortais de Celeste Rivas Hernandez foram encontrados no porta-malas dianteiro do Tesla de D4vd em Los Angeles em setembro de 2025
A partir desse ponto, a investigação ganhou contornos ainda mais complexos. Embora nenhuma acusação formal tenha sido feita, fontes ligadas ao caso afirmam que o músico passou a ser tratado como possível suspeito. Um dos grandes desafios enfrentados pelos detetives é determinar com precisão o que aconteceu com Celeste, já que seu corpo foi encontrado em estado extremamente degradado.
Relatórios iniciais apontam que os restos mortais estavam parcialmente congelados, com sinais de desmembramento e decapitação. A condição avançada de deterioração, segundo veículos locais, dificultou até mesmo a identificação do sexo no primeiro momento. Isso também pode levar a um laudo final classificando a causa da morte como “indeterminada”. Mesmo assim, especialistas lembram que a ausência da causa não impede que uma prisão seja efetuada, caso outros elementos apontem responsabilidade criminal.
Enquanto o trabalho pericial avança, detalhes sobre a possível relação entre a adolescente e o cantor começaram a surgir. Investigações paralelas em redes sociais levantaram informações sobre tatuagens semelhantes que ambos supostamente possuíam. Outro ponto que chamou atenção é o fato de D4vd ter em sua discografia uma faixa chamada “Celeste”, cujos versos incluem trechos como:
“Oh, Celeste / A garota com meu nome tatuado no peito / Sinto seu cheiro nas minhas roupas como cigarro / Ouço sua voz cada vez que respiro / Estou obcecado.”
D4vd se apresentou no Coachella no início deste ano
A letra segue com passagens de teor emocional intenso, levantando ainda mais questionamentos sobre a natureza da relação entre os dois.
Matthew Rivas, irmão de Celeste, afirmou em entrevista à emissora NBCLA que parte da família tinha conhecimento de que a jovem conhecia o cantor. Essa informação reforçou o interesse dos detetives em entender há quanto tempo os dois mantinham contato e de que forma essa ligação começou.
A polícia de Los Angeles continua reunindo evidências, enquanto peritos trabalham para preencher as muitas lacunas que ainda cercam a morte da adolescente. O caso segue em investigação.
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