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Curiosidades

Confirmação da morte de Epstein datada um dia antes de ele ser encontrado foi descoberta em arquivos

Um conjunto recente de documentos oficiais reacendeu questionamentos em torno da morte de Jeffrey Epstein, um dos casos criminais mais acompanhados dos últimos anos nos Estados Unidos. O material faz parte de uma liberação gradual de arquivos conduzida pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que passou a tornar públicos milhões de registros antes mantidos sob sigilo.

Esses arquivos, conhecidos informalmente como Epstein files, incluem e-mails, fotografias, relatórios internos e comunicados oficiais. A liberação mais recente ocorreu no fim de janeiro e envolveu mais de 3 milhões de documentos, ampliando de forma significativa o volume de informações acessíveis ao público. Entre os conteúdos divulgados aparecem referências a figuras conhecidas, registros administrativos inusitados e dados sobre o período em que Epstein esteve sob custódia federal.

Alguns documentos chamaram atenção por detalhes inesperados, como sanções administrativas aplicadas a Epstein em plataformas digitais, enquanto outros sugerem vínculos sociais e institucionais com personagens influentes do cenário político e econômico internacional. Há menções frequentes a nomes conhecidos, incluindo Donald Trump, citado centenas de vezes nos registros, e Andrew Mountbatten-Windsor, associado a imagens e depoimentos que já haviam gerado repercussão pública em anos anteriores.

Um documento que levanta dúvidas sobre datas

Entre milhares de arquivos, um documento específico passou a ser amplamente discutido por apresentar uma inconsistência temporal. Trata-se de um comunicado atribuído ao escritório do procurador federal de Manhattan, datado de 9 de agosto de 2019. O ponto central é que a morte oficial de Epstein foi registrada em 10 de agosto de 2019, após ele ter sido encontrado sem resposta em sua cela nas primeiras horas da manhã.

Segundo registros administrativos, Epstein estava detido no Metropolitan Correctional Center, em Nova York, enquanto aguardava julgamento por acusações de conspiração e tráfico sexual. Na noite de 9 de agosto, ele não estava sob vigilância especial. Relatórios indicam que não houve verificação direta em sua cela entre 22h40 daquele dia e aproximadamente 6h40 da manhã seguinte, quando foi encontrado.

O documento datado de 9 de agosto não descreve explicitamente uma morte por suicídio. O texto afirma apenas que Epstein foi encontrado sem resposta em sua cela e declarado morto pouco depois. Uma versão semelhante, datada de 10 de agosto, também consta nos arquivos, com pequenas variações de redação, mas sem mencionar de forma direta a causa da morte, diferentemente do comunicado público divulgado à época.

Relatos oficiais, imagens e registros de vigilância

De acordo com a versão oficial apresentada em 2019, agentes penitenciários encontraram Epstein pendurado e sem resposta durante a rotina matinal. Após a descoberta, equipes médicas tentaram procedimentos de reanimação. Fotografias incluídas nos arquivos mostram o corpo com equipamentos médicos utilizados nesses esforços.

A perícia médica da cidade de Nova York concluiu que a morte ocorreu por suicídio por enforcamento. Ainda assim, o caso continuou cercado de questionamentos públicos, alimentados por falhas operacionais já reconhecidas no sistema prisional e pela relevância do acusado.

Outro elemento frequentemente citado é um intervalo ausente em gravações de câmeras de segurança do presídio. Esse trecho, que ficou conhecido como o minuto ausente, também passou a integrar um lote posterior de documentos divulgados meses depois. A análise oficial dessas imagens não apontou nada fora do padrão, embora relatórios técnicos mencionem a presença de uma forma alaranjada desfocada se deslocando pelo corredor próximo às celas na noite anterior à morte.

Analistas do Federal Bureau of Investigation registraram que essa imagem poderia corresponder a um detento sendo escoltado, sem confirmação definitiva. Os arquivos não apresentam uma conclusão adicional sobre esse ponto e mantêm o registro como uma observação técnica.

Além dos documentos sobre a morte, a liberação também incluiu detalhes sobre o testamento de Epstein, que esclarece o destino de sua fortuna, e comunicações internas que reiteram reconhecimento às vítimas que prestaram depoimentos ao longo dos anos. O conjunto de materiais oferece um panorama mais amplo do funcionamento institucional em torno do caso, ao mesmo tempo em que expõe inconsistências administrativas que seguem sendo analisadas publicamente.

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augustopjulio

Sou Augusto de Paula Júlio, idealizador do Tenis Portal, Tech Next Portal e do Curiosidades Online, tenista nas horas vagas, escritor amador e empreendedor digital. Mais informações em: https://www.augustojulio.com.