Casa Branca emite resposta contundente após Trump ser acusado de abusar sexualmente de meninas menores de idade em arquivos de Epstein recém-divulgados
Uma nova leva de documentos ligados a Jeffrey Epstein voltou a provocar repercussão política nos Estados Unidos, especialmente após alegações não verificadas envolvendo o presidente Donald Trump surgirem e desaparecerem dos arquivos públicos. A divulgação reacendeu debates sobre transparência, responsabilidade institucional e o alcance real das investigações conduzidas pelo governo americano nos últimos anos.
Os arquivos, tornados públicos no fim de janeiro, reúnem milhões de páginas, imagens e registros enviados ao FBI por cidadãos ao longo do tempo. Entre esse material, apareceram anotações e denúncias sem comprovação, reunidas em 2025, pouco antes de períodos eleitorais sensíveis. Uma dessas alegações citava o atual presidente, afirmando que ele teria cometido abuso sexual contra uma adolescente décadas atrás. A denúncia foi rapidamente rejeitada pela Casa Branca e pelo Departamento de Justiça, que afirmaram que o conteúdo não tinha fundamento factual.
Reação oficial e conteúdo dos arquivos
Em comunicado conjunto, a Casa Branca e o Departamento de Justiça dos EUA afirmaram que parte do material divulgado contém informações falsas, sensacionalistas ou até mesmo fabricadas. Segundo o governo, todo o conteúdo publicado corresponde exatamente ao que foi recebido pelo FBI ao longo dos anos, sem validação prévia, o que inclui relatos anônimos, imagens de origem desconhecida e documentos não confirmados.
De acordo com o posicionamento oficial, se qualquer uma dessas acusações tivesse base real, já teria sido utilizada de forma contundente em disputas políticas anteriores. O governo reforçou que o simples fato de um nome constar nos arquivos não implica culpa ou envolvimento em crimes. Entre os documentos divulgados também aparecem imagens e referências a outras figuras públicas, incluindo Andrew Mountbatten-Windsor, ex-Príncipe Andrew, registradas em contextos investigativos distintos.
Durante algumas horas, os arquivos chegaram a ser retirados do site oficial do Departamento de Justiça, sob a justificativa de sobrecarga técnica. Posteriormente, o acesso foi restabelecido, segundo informações repassadas à imprensa britânica.
Disputa política e pedidos por mais transparência
A liberação mais recente foi apresentada pelo governo como o encerramento das obrigações legais de transparência relacionadas ao caso Epstein. No entanto, parlamentares do Partido Democrata contestam essa versão. Para eles, ainda existiriam documentos, fotos e registros relevantes que não foram tornados públicos.
O deputado democrata Robert Garcia declarou que o governo estaria retendo cerca de metade do material relacionado ao caso, apesar de afirmar que cumpriu integralmente a lei. Segundo ele, o comitê de supervisão do Congresso emitiu uma intimação formal para que a procuradora-geral Pam Bondi entregue todos os arquivos ao Legislativo, garantindo ao mesmo tempo a proteção das vítimas.
Garcia afirmou que o objetivo é identificar cúmplices, financiadores e outros envolvidos nos crimes atribuídos a Epstein, incluindo abusos contra mulheres e menores. Ele destacou que a análise do material divulgado até agora será aprofundada, mas deixou claro que a investigação parlamentar ainda está em estágio inicial.
Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, morreu em 2019 enquanto estava sob custódia. Mesmo anos após sua morte, o caso continua a gerar tensões políticas, disputas institucionais e questionamentos sobre até que ponto o Estado americano está disposto a expor todas as informações relacionadas a um dos maiores escândalos criminais das últimas décadas.
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