Assassino de refugiada ucraniana se manifesta da prisão e revela à irmã o motivo do ataque
No mês passado, um ataque brutal dentro de um trem na Carolina do Norte resultou na morte da refugiada ucraniana Iryna Zarutska, de 23 anos. O assassino, Decarlos Brown Jr., de 34 anos, foi detido pela polícia logo após o crime e agora enfrenta acusações de homicídio em primeiro grau, além de processos federais.
As imagens registradas por câmeras de segurança mostraram Brown sentado logo atrás de Zarutska. Poucos instantes depois, ele teria puxado uma faca e desferido vários golpes contra a jovem, que não tinha qualquer ligação prévia com o agressor. O ataque foi considerado totalmente sem motivação aparente.
Após a prisão, detalhes perturbadores vieram à tona por meio da irmã do acusado, Tracey Brown. Ela revelou conversas telefônicas que manteve com o irmão, nas quais ele apresentou uma versão confusa sobre o que teria acontecido naquele dia.
Na gravação, Brown contou que acreditava ter “materiais” implantados em seu corpo pelo governo, que teriam assumido o controle de suas ações. Ele afirmou: “Eu machuquei minha mão esfaqueando ela. Eu nem conhecia a mulher. Nunca falei uma palavra com ela. Isso é assustador, não é? Por que alguém iria esfaquear outra pessoa sem motivo? Sinto que o material usado no meu corpo esfaqueou a mulher”.
O acusado ainda disse que, na verdade, não era ele quem estava no comando de seus próprios atos, mas sim esses supostos “materiais”. Ele acrescentou que estava a caminho de um hospital no momento da viagem, para pedir que os médicos retirassem o que havia sido colocado em seu corpo, pois sentia que estava “ficando louco”.
Quando a irmã questionou por que justamente Zarutska havia sido atacada, Brown respondeu em terceira pessoa: “eles simplesmente se voltaram contra ela”. Ele explicou que “quem estava mexendo nos materiais” teria sido o responsável pela agressão.
Em entrevista posterior, Tracey declarou que o irmão não deveria estar em liberdade devido ao histórico de problemas mentais. Ela contou que, por diversas vezes, tentou conseguir a internação dele em hospitais da Carolina do Norte, mas que os pedidos sempre resultavam em liberações rápidas, geralmente após apenas 24 horas.
Segundo ela, as autoridades locais falharam em oferecer um acompanhamento adequado, mesmo diante de sinais evidentes de psicose severa. Tracey desabafou: “Eu sinto fortemente que ele não deveria estar nas ruas de jeito nenhum. Não estou culpando ninguém além do estado. Estou culpando o estado por tê-lo deixado de lado quando ele buscava ajuda. Ele era um risco alto. Não estava em seu juízo perfeito. Não era seguro para a sociedade. Sabíamos pelo que ele estava passando nos últimos três anos e agora uma mulher inocente está morta”.
O caso gerou forte repercussão na região, não apenas pelo choque da violência, mas também pelas acusações contra o sistema de saúde mental, que, segundo a família, deixou de agir diante de uma situação que poderia ter sido contida antes da tragédia.
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