Elon Musk faz previsão chocante sobre o fim da IA na Terra e diz que restam apenas alguns meses
A expansão acelerada da inteligência artificial vem levantando debates que vão além de software e algoritmos. Um dos pontos centrais passou a ser a infraestrutura física necessária para sustentar sistemas cada vez mais complexos. Nesse cenário, Elon Musk apresentou uma visão pouco convencional sobre o futuro da tecnologia e os limites do planeta para mantê-la em funcionamento.
Segundo o empresário, o crescimento contínuo da IA depende quase exclusivamente do acesso a grandes quantidades de energia elétrica. Centros de dados exigem milhares de servidores, sistemas de refrigeração e componentes de memória, o que resulta em um consumo energético crescente. Esse aumento já provoca preocupações sobre a capacidade das redes elétricas e até sobre a elevação do preço de componentes de hardware, como unidades de armazenamento e memória RAM.
Durante uma conversa no Dwarkesh Podcast, Musk afirmou que existe um prazo curto para viabilizar uma solução estrutural. Na avaliação dele, em menos de três anos, o local mais barato e eficiente para instalar sistemas avançados de IA não será mais a Terra.
Energia como gargalo da inteligência artificial
O argumento parte de números concretos. Musk explicou que os Estados Unidos consomem, em média, cerca de 0,5 terawatt de energia elétrica. Dobrar essa capacidade exigiria a construção de inúmeras usinas, algo que ele considera extremamente difícil do ponto de vista técnico, econômico e político.
Para o empresário, esse limite torna inviável escalar a IA indefinidamente em solo terrestre. Mesmo com investimentos bilionários, a geração de energia não acompanha a velocidade de crescimento da demanda computacional. Além disso, há o consumo indireto, como grandes volumes de água usados para resfriar servidores, tema que também vem sendo criticado por especialistas e ambientalistas.
Nesse contexto, Musk defende que a solução estaria fora do planeta. Ele sustenta que, no espaço, sistemas de IA poderiam ser alimentados diretamente por energia solar, sem depender de baterias para armazenar eletricidade durante a noite ou em períodos de baixa produção.
Servidores fora da Terra e controvérsias atuais
Musk destacou que painéis solares já atingiram custos muito baixos, especialmente na Ásia, variando entre 25 e 30 centavos de dólar por watt. No espaço, segundo ele, esse custo efetivo cairia ainda mais, já que a exposição constante ao Sol eliminaria parte da infraestrutura necessária em solo, como sistemas de armazenamento energético.
A projeção do bilionário é ousada. Ele afirmou que, em poucos anos, a quantidade de IA lançada e operada no espaço a cada ano superaria todo o volume acumulado de sistemas ativos na Terra. A partir desse ponto, a discussão deixaria de ser sobre países ou redes elétricas e passaria a envolver a fração da energia solar que a humanidade consegue aproveitar.
Enquanto isso, a inteligência artificial continua cercada de polêmicas. Modelos generativos são criticados por utilizarem obras humanas como base de treinamento, e o consumo de recursos naturais segue no centro do debate. O sistema Grok, usado na plataforma X, também gerou repercussão negativa após usuários explorarem falhas para criar imagens manipuladas, inclusive envolvendo pessoas vulneráveis, situação que o próprio Musk comentou publicamente.
Mesmo diante das controvérsias, investidores seguem direcionando bilhões de dólares para o setor. A ideia de deslocar parte da infraestrutura de IA para o espaço, embora distante da realidade atual, passou a integrar discussões sobre o futuro energético e tecnológico do planeta.
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