Pessoas descobriram como acessar os e-mails de Epstein e vasculhar a caixa de entrada de celebridades
Os documentos mais recentes relacionados ao caso de Jeffrey Epstein reacenderam o debate público ao revelar vínculos mais próximos entre o empresário e figuras conhecidas do entretenimento, da política e da tecnologia. A divulgação ampliou o interesse sobre como essas relações funcionavam e sobre o conteúdo armazenado nos arquivos oficiais reunidos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Entre os nomes mencionados está o cineasta Woody Allen e sua esposa Soon-Yi Previn. Mensagens atribuídas a ela mostram trocas de e-mails com Epstein envolvendo o caso de Anthony Weiner, acusado de enviar mensagens de teor sexual a uma adolescente de 15 anos. O conteúdo dessas comunicações gerou forte reação por atribuir à vítima termos depreciativos e inverter a responsabilidade do episódio.
Outro ponto que chamou atenção nos arquivos foi a repetição incomum da palavra pizza, que aparece centenas de vezes em e-mails e documentos. Nas redes sociais, surgiram especulações sobre a possibilidade de o termo ser usado como código. Não há confirmação oficial de que exista qualquer significado oculto associado à palavra, mas o volume de menções alimentou discussões e teorias paralelas.
Arquivos digitais e acesso público
Explorar diretamente os arquivos oficiais pode ser uma tarefa difícil. A biblioteca digital do Departamento de Justiça reúne milhares de documentos, o que torna a navegação confusa para quem busca compreender melhor as conexões de Epstein. Diante disso, um grupo de programadores decidiu organizar esse material de forma acessível.
O projeto recriou e-mails, registros de voos e arquivos de imagens ligados a Epstein em plataformas interativas. A principal delas, o JMail, funciona como um serviço de e-mail comum, permitindo visualizar mensagens por remetente, data ou assunto. Também foram desenvolvidas ferramentas para consultar históricos de compras online e um assistente automatizado capaz de responder perguntas com base nos dados reunidos.
Os e-mails de Epstein foram totalmente recriados (Jmail)
A iniciativa começou em novembro de 2025 como um experimento colaborativo e cresceu rapidamente, atraindo milhões de acessos mensais. O trabalho é mantido por doações, usadas para cobrir custos elevados de servidores e armazenamento.
Relações expostas nos registros
Os e-mails recriados somam mais de 7 mil mensagens. Entre as últimas comunicações registradas, há um e-mail enviado por um usuário comum com tom de desprezo após a morte de Epstein. A organização por contatos permite identificar quem mantinha trocas frequentes com ele.
Os registros de voos mostram deslocamentos constantes, inclusive para a ilha privada de Epstein no Caribe. Nessas listas aparecem nomes de empresários, políticos e celebridades. Entre eles está Elon Musk, com dezenas de mensagens trocadas ao longo dos anos, incluindo tentativas de agendar visitas e convites para eventos sociais.
Também surgem dados sobre a relação entre Epstein e o jornalista Michael Wolff, que manteve mais de mil trocas de e-mails com o empresário. Wolff descreveu Epstein como uma fonte extremamente valiosa de informações, especialmente sobre bastidores políticos.
O nome de Donald Trump aparece repetidamente nos documentos. O ex-presidente afirmou que pretende processar Wolff, alegando que ele e Epstein teriam atuado juntos para prejudicá-lo politicamente. Segundo Trump, essa relação não era de amizade, mas de conspiração.
O projeto digital recebeu elogios de investigadores independentes e criadores de conteúdo, como CoffeeZilla, que destacou o esforço da equipe em tornar os arquivos compreensíveis e acessíveis ao público em geral.
Esse Pessoas descobriram como acessar os e-mails de Epstein e vasculhar a caixa de entrada de celebridades foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.
O que achou dessa notícia? Deixe um comentário abaixo e/ou compartilhe em suas redes sociais. Assim conseguiremos informar mais pessoas sobre as curiosidades do mundo!
Esta notícia foi originalmente publicada em:
Fonte original

