A verdade por trás das gêmeas siamesas virais que ganharam mais de 280 mil seguidores no Instagram
Nas últimas semanas, um perfil curioso começou a chamar atenção nas redes sociais ao apresentar duas mulheres que se descrevem como gêmeas siamesas. Valeria e Camila afirmam ser duas cabeças em um só corpo e dizem viver em Miami, nos Estados Unidos. Em pouco tempo, o conteúdo acumulou centenas de seguidores e gerou debates intensos sobre a autenticidade das imagens.
O perfil publica fotos de moda, trajes de banho e looks chamativos, além de manter presença em plataformas como TikTok e Telegram. Em textos curtos e respostas a perguntas, as duas afirmam ter 25 anos, serem da Flórida e terem nascido dessa forma. Segundo elas, a condição envolve colunas vertebrais fundidas desde o nascimento e, por isso, nunca consideraram uma separação médica.
A narrativa que chama atenção
Durante sessões de perguntas e respostas, Valeria e Camila dizem receber muitos olhares curiosos na rua, mas afirmam que vivem bem com a própria condição. Em uma das respostas, chegaram a declarar que se movem e falam normalmente, reforçando que não seriam criações artificiais. Essa tentativa de humanizar a história fez com que parte do público acreditasse na versão apresentada.
Esse tipo de conta parece estar por toda parte ultimamente (itsvaleriaandcamila/Instagram)
O tom confiante e as histórias detalhadas ajudam a construir uma narrativa envolvente. Frases como nascemos assim e não mudaríamos nada reforçam a ideia de autenticidade. Ainda assim, a reação do público não foi unânime. Muitos comentários repetem perguntas diretas, como isso é real ou é inteligência artificial.
Esse tipo de dúvida não é isolado. Nos últimos anos, cresceram perfis que simulam pessoas reais usando inteligência artificial, alguns deixando isso claro desde o início, outros preferindo manter a ambiguidade para gerar engajamento.
Especialistas levantam suspeitas
As imagens de Valeria e Camila começaram a ser analisadas por pessoas familiarizadas com ferramentas de geração de conteúdo sintético. Um dos nomes citados nesse debate é Andrew Hulbert, que afirmou que as fotos apresentam sinais claros de terem sido criadas por inteligência artificial.
Segundo ele, a narrativa parece construída para estimular interação, combinando uma história extrema com padrões de beleza idealizados. Hulbert destacou que os corpos extremamente estilizados, a ausência de imperfeições e a aparência quase idêntica das pessoas ao redor são indícios comuns em imagens geradas por algoritmos.
As gêmeas negaram ser inteligência artificial (itsvaleriaandcamila/Instagram)
Outro ponto citado foi o olhar das personagens, frequentemente apontado como um dos principais sinais em conteúdos artificiais. Além disso, a qualidade das fotos, com iluminação e enquadramento considerados perfeitos demais, reforçou as suspeitas.
Mesmo diante dessas análises, o perfil continua negando qualquer uso de inteligência artificial. Enquanto isso, comentários seguem divididos entre elogios à aparência e críticas diretas à veracidade da história. Alguns usuários afirmam acreditar que parte do público sabe que se trata de algo artificial, mas interage mesmo assim por curiosidade ou entretenimento.
Esse A verdade por trás das gêmeas siamesas virais que ganharam mais de 280 mil seguidores no Instagram foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.
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