Filha fica abalada ao descobrir a verdade horrível sobre o que aconteceu com partes do corpo do pai após ele “doá-las à ciência”
A decisão de doar o próprio corpo para a ciência costuma ser associada à ideia de solidariedade e contribuição para o avanço da medicina. Para muitas famílias, esse gesto também representa uma forma de aliviar custos e transformar a perda em algo útil para a sociedade. Foi exatamente assim que a família de Harold Dillard encarou sua escolha nos últimos dias de vida.
Morador dos Estados Unidos, Harold morreu em 2009, aos 56 anos, após uma batalha contra o câncer. Durante seu último mês em um hospice, representantes de uma empresa chamada Bio Care o procuraram com uma proposta específica. Eles perguntaram se ele aceitaria doar o corpo para que médicos treinassem cirurgias de substituição de joelho. A oferta foi apresentada como um serviço altruísta, que ainda evitaria despesas para os familiares.
A filha dele, Farrah Fasold, contou posteriormente que o pai reagiu com entusiasmo. “Os olhos dele brilharam”, disse ela em entrevista à BBC. “Ele via aquilo como uma forma de diminuir o peso para a família. Doar o corpo seria o último ato altruísta que poderia fazer”.
Harold faleceu na véspera do Natal daquele ano. Poucas horas depois, o corpo foi recolhido no hospice, seguindo o acordo firmado. A família recebeu a garantia de que as partes não utilizadas em procedimentos médicos seriam cremadas e que as cinzas retornariam aos parentes, sem custos.
Meses se passaram sem notícias, até que um telefonema mudou completamente a percepção de Farrah sobre o que havia acontecido. Do outro lado da linha, policiais informaram que a cabeça de seu pai havia sido encontrada em um galpão, ao lado de mais de cem outros corpos.
A revelação provocou um impacto profundo. “Eu fechava os olhos à noite e via grandes recipientes vermelhos cheios de partes humanas”, relatou. “Passei a ter insônia. Eu não dormia”.
Segundo as autoridades, muitos dos corpos encontrados no local haviam sido desmembrados com instrumentos de corte grosseiros, como motosserras. A suspeita era de que os restos mortais tivessem sido adquiridos por uma empresa que selecionava partes de interesse e revendia o restante, em vez de realizar a cremação prometida às famílias.
Esse tipo de atividade é conhecido como body brokering. Nessa prática, empresas privadas atuam como intermediárias na compra e venda de corpos ou partes deles, destinados a pesquisas, treinamentos ou fins educacionais. Diferentemente do sistema de doação de órgãos para transplantes, esse mercado não segue regras rígidas em nível federal.
De acordo com informações da Reuters, a legislação dos Estados Unidos proíbe a venda de órgãos como coração, rins ou tendões para transplante. No entanto, não existe uma lei federal que regulamente de forma abrangente a comercialização de corpos ou partes humanas para pesquisa científica ou ensino.
Convencida de que o corpo do pai havia sido mutilado e tratado de maneira contrária ao que fora prometido, Farrah tentou buscar justiça. Ela acionou a empresa responsável, mas esbarrou em um obstáculo legal. As autoridades concluíram que a Bio Care não havia violado a lei vigente.
O processo por fraude acabou arquivado. Os promotores afirmaram que não conseguiram comprovar a intenção deliberada de enganar a família. A empresa, que hoje não existe mais, encerrou suas atividades sem sofrer condenação judicial, deixando para trás um caso que expôs as brechas legais em torno da doação de corpos nos Estados Unidos.
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