Psicóloga diz que existem 11 maneiras pelas quais pessoas infiéis escondem um caso
A infidelidade costuma gerar dúvidas, desconfiança e uma sensação de que algo está fora do lugar. Estudos recentes mostram que pessoas que traem podem adotar diversos métodos para esconder a relação paralela, muitos deles discretos o suficiente para passar despercebidos por longos períodos. Um levantamento publicado por Menelaos Apostolou, pesquisador da área de comportamento humano, analisou dezenas de estratégias usadas para ocultar encontros, conversas e vínculos extracônjugais, chegando a 11 práticas que aparecem com mais frequência.
Durante anos, psicólogos e especialistas em relacionamentos têm observado como pessoas envolvidas em casos extraconjugais se comportam. Os relatos são variados, mas certos padrões aparecem repetidamente, mesmo entre indivíduos que não se conhecem. Em vez de sinais óbvios, como mensagens suspeitas deixadas no celular, o estudo apontou que muitos preferem métodos mais elaborados e psicológicos para manter a fachada intacta.
Uma das atitudes mais comuns é um aumento repentino de atenção. O parceiro que está traindo pode começar a propor jantares, passeios ou gestos carinhosos que não faziam parte da rotina. Essa mudança costuma ser interpretada como um sinal positivo, mas, na pesquisa, aparece como uma tática para afastar suspeitas. A pessoa tenta reforçar a imagem de dedicação, acreditando que isso reduz a chance de questionamentos.
Outro mecanismo observado envolve a limpeza digital. Quem tenta esconder um caso costuma revisar mensagens com frequência, deletar conversas, esvaziar caixas de entrada e até limpar histórico de navegação. Em alguns relatos, surgem também contas paralelas usadas exclusivamente para manter contato com a outra pessoa. Isso inclui perfis em redes sociais, e-mails secundários e, em situações mais extremas, até aparelhos adicionais.
A senha do celular também ganha protagonismo. Participantes da pesquisa relataram que pessoas infiéis tornam os códigos mais complexos e passam a proteger o aparelho com cuidado maior do que o habitual. Ele fica sempre virado para baixo, longe de olhares, e muitas vezes nunca é deixado no mesmo cômodo que o parceiro.
Além da esfera digital, há o comportamento social. A pessoa que está mantendo um caso geralmente evita encontros públicos com a outra parte envolvida. Para isso, recorre a pretextos variados: reuniões de trabalho, convites de amigos ou compromissos inesperados. Mesmo quando alguém novo surge no ambiente profissional ou social, o relato sobre essa pessoa costuma vir de forma vaga ou despretensiosa. Uma simples frase como “tem gente nova no escritório” pode ser uma tentativa de introduzir o nome da outra pessoa sem levantar suspeitas.
Outro ponto levantado pelo estudo é a duração dos encontros extraconjugais. Raramente são longos. Em vez de manter conversas frequentes ou encontros extensos, quem está traindo geralmente mantém contatos curtos, espaçados e planejados. A intenção é justamente reduzir riscos e evitar que a ausência se torne perceptível.
Um comportamento que surpreende muitas pessoas aparece na forma de planejamento futuro. Mesmo mantendo um caso, o parceiro pode continuar fazendo planos de longo prazo com a pessoa oficial. Alguns compram móveis, planejam viagens ou fazem projetos familiares. Esses gestos não excluem a infidelidade, mas funcionam como uma camada extra de camuflagem emocional.
O papel dos amigos também chama atenção. De acordo com o pesquisador, amigos próximos são usados como álibi com frequência. Eles podem ser citados como companhia em eventos fictícios ou emprestam seus nomes para acobertar ausências. Em algumas situações, esses amigos sabem do caso. Em outras, nem desconfiam de que estão servindo como cobertura.
Outro aspecto apontado é a falta de ansiedade. De modo curioso, muitos indivíduos envolvidos em relacionamentos paralelos aparentam calma e naturalidade. Não demonstram medo de serem descobertos. Isso pode ocorrer porque já criaram rotinas sólidas para manter o segredo ou porque acreditam ter controle total da situação.
A naturalidade extrema, inclusive, aparece como uma das estratégias finais identificadas. O parceiro que está traindo tende a reproduzir exatamente o mesmo comportamento de antes, mantendo tons de voz, hábitos e interações sociais para não criar contrastes.
Essas estratégias, segundo o levantamento, aparecem combinadas de maneiras diferentes, mas sempre com um objetivo central: impedir que o outro perceba que algo mudou. Mesmo assim, nenhum comportamento isolado é suficiente para definir um caso de infidelidade, já que cada pessoa possui motivações, contextos e rotinas próprios.
Esse Psicóloga diz que existem 11 maneiras pelas quais pessoas infiéis escondem um caso foi publicado primeiro no Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.
O que achou dessa notícia? Deixe um comentário abaixo e/ou compartilhe em suas redes sociais. Assim conseguiremos informar mais pessoas sobre as curiosidades do mundo!
Esta notícia foi originalmente publicada em:
Fonte original

