Mulher de 27 anos é diagnosticada com câncer terminal no cérebro depois que um sintoma sinistro deixou os médicos chocados com os exames meses depois
Uma jovem de 27 anos da Nova Zelândia chamou atenção ao relatar a trajetória inesperada que viveu até descobrir um câncer em estágio avançado. O que começou como um incômodo aparentemente simples acabou revelando um problema grave, que mudou completamente sua rotina e a forma como via o próprio futuro.
No início, tudo parecia dentro da normalidade. Paige Suisted levava sua vida sem grandes preocupações até notar que seus dedos estavam ficando dormentes com frequência. O sintoma, inicialmente limitado às mãos, logo evoluiu para a dormência em todo o lado direito do corpo. A situação se tornou ainda mais angustiante quando as consultas médicas passaram a trazer respostas diferentes e, muitas vezes, contraditórias.
Segundo ela, cada profissional ofereceu uma explicação distinta. “Meus dedos simplesmente pararam de funcionar. Um médico disse que eu tinha tido um AVC, mas nem me internou. Outro falou em doença de Raynaud. Teve um que só colocou meu braço em uma tipoia. Cada um dizia uma coisa completamente diferente”, relatou.
Paige contou como a dormência acabou piorando (Cancer Society/YouTube)
Sem encontrar uma resposta clara, Paige decidiu buscar atendimento hospitalar por conta própria. Lá, passou por diversos exames até que os especialistas finalmente identificaram o que estava acontecendo. Os resultados mostraram um astrocytoma em estágio quatro, um tipo de câncer considerado terminal e mais comum em crianças. O tumor, do tamanho aproximado de uma bola de golfe, pressionava áreas do cérebro ligadas ao controle motor, o que explicava os sintomas que se espalhavam pelo lado direito do corpo. Além disso, ela foi informada de que a localização da massa tornava praticamente impossível a remoção cirúrgica.
O impacto da notícia foi devastador. Em um depoimento divulgado pela organização Cancer Society, Paige falou abertamente sobre a dor emocional que enfrentou. “Foi de partir o coração ouvir que eu era terminal e que nunca vou ter filhos. Coisas com as quais sempre sonhei, como me casar, ter filhos, construir uma casa com a minha família, tudo isso… me destruiu por dentro”, disse. Ela também afirmou que lidar com o sofrimento dos familiares era uma das partes mais dolorosas. “Consigo ver nos olhos deles. Sinto que isso está quebrando o coração de todo mundo.”
Paige e a mãe dela falaram sobre a dificuldade de ouvir que o câncer era terminal (Cancer Society/YouTube)
Mesmo diante do diagnóstico severo, Paige iniciou uma série de tratamentos, incluindo sessões de quimioterapia que compartilhou em suas redes sociais. O que aconteceu depois surpreendeu até os próprios médicos. Em exames mais recentes, as imagens não mostravam sinal do tumor.
“Nos meus últimos exames, não apareceu nada. Aquele tumor enorme… não encontramos mais nada nas imagens da ressonância”, contou ao Daily Mail Australia. Embora os especialistas ainda não a tenham declarado livre da doença, já que seria necessário um procedimento cirúrgico para verificar possíveis resíduos microscópicos, o avanço é considerado extraordinário.
De acordo com informações da revista PEOPLE, profissionais da área médica passaram a se referir a Paige como um “fenômeno clínico”. Atualmente, ela está focada em recuperar a autoestima e a autonomia enquanto continua sendo monitorada de perto pelos médicos.
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