Detetive particular afirma que pessoas em 5 profissões têm mais chances de trair o parceiro(a)
Um investigador particular com longa experiência em flagrar traições decidiu revelar algo que costuma passar despercebido: certas profissões aparecem com muito mais frequência em casos de infidelidade. As situações variam, os motivos também, mas algumas rotinas de trabalho parecem criar o ambiente ideal para que relacionamentos paralelos floresçam longe dos olhos do parceiro oficial.
O detetive Paul Evans, que atua há anos em investigações conjugais, compartilhou observações feitas ao longo de inúmeros casos. Segundo ele, padrões surgem quando se olha para a vida profissional dos envolvidos, e alguns setores aparecem repetidamente de forma surpreendente.
Profissionais de TI
No topo da lista estão pessoas que trabalham com tecnologia da informação. À primeira vista, podem parecer candidatos improváveis, mas o domínio sobre ferramentas digitais dá uma vantagem clara para quem deseja esconder conversas, perfis ou rastros online.
Paul afirmou: “Com esses trabalhadores tendo acesso constante à tecnologia e às redes sociais, fica mais fácil esconder conversas que não querem que outros descubram”.
Ele também observou que sua agência recebeu “mais casos no setor de TI do que esperava”, reforçando o padrão identificado.
Funcionários de call center
Longas jornadas, pressão constante e convivência diária em ambientes fechados fazem com que funcionários de call center desenvolvam vínculos muito próximos. A famosa figura do “marido” ou “esposa” de trabalho surge justamente nesse tipo de rotina.
Paul explicou: “Trabalhadores de call center lidam com pressão todos os dias, e é natural criar laços com as pessoas ao redor”.
Segundo ele, esses laços podem facilmente ultrapassar limites quando se passa horas lado a lado, compartilhando desgastes e desabafos.
Representantes de vendas
Representantes comerciais também aparecem frequentemente nos relatórios do detetive. Trata-se de um trabalho que envolve viagens constantes, longos períodos longe de casa e, muitas vezes, um perfil comunicativo e persuasivo — combinação que abre espaço para diversas oportunidades paralelas.
“Já seguimos representantes pelo país e descobrimos que estavam traindo com colegas de trabalho e até com pessoas aleatórias conhecidas no bar do hotel”, relatou Paul.
O deslocamento frequente torna mais fácil manter histórias diferentes em cidades diferentes, longe das pessoas próximas.
Comissários de bordo
O cotidiano de quem trabalha na aviação inclui viagens internacionais, pernoites seguidos em hotéis e convivência intensa com a mesma equipe durante dias. Isso cria um ambiente propício para conexões rápidas — e, em alguns casos, secretas.
Paul lembrou de um caso específico: “Investigamos uma comissária casada que trabalhava em voos longos. Ela começou a ficar distante e, quando aprofundamos a investigação, vimos que estava se encontrando com um piloto de outra companhia durante os períodos de escala. Eles reservavam os mesmos hotéis por meses”.
Segundo o detetive, esse tipo de situação não é rara nesse setor.
Profissionais da saúde
De acordo com Paul Evans, médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde ocupam o primeiro lugar em frequência de traições investigadas. As longas horas de plantão, o estresse diário e a forte identificação entre colegas criam um cenário em que relações paralelas surgem com facilidade.
Em um dos casos, o detetive descobriu “uma enfermeira que mantinha um caso com um médico durante os turnos noturnos, encontrando-o em uma sala reservada do hospital enquanto seus parceiros acreditavam que estavam apenas trabalhando”.
Para Paul, esse é o setor mais recorrente quando o assunto é infidelidade, especialmente por causa da rotina exaustiva e da proximidade emocional criada no ambiente hospitalar.
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