Trump revela que moveu a “arma mais letal já criada” para mais perto da Rússia
Em meio ao conflito na Ucrânia e ao aumento das tensões entre a Rússia e a OTAN, declarações recentes de Donald Trump reacenderam debates sobre o uso de armas nucleares e os riscos de uma escalada global. O presidente dos Estados Unidos voltou a provocar polêmica ao revelar que ordenou o deslocamento de um submarino nuclear próximo ao território russo durante um momento de instabilidade em agosto.
Falando em um evento no dia 30 de setembro, Trump afirmou: “Fomos um pouco ameaçados pela Rússia recentemente, e enviei um submarino, um submarino nuclear, a arma mais letal já criada. Primeiro, você não consegue detectá-lo. Não há como. Estamos 25 anos à frente de Rússia e China em termos de submarinos”. Segundo ele, essa ação teria sido uma resposta a declarações feitas por Dmitry Medvedev, ex-primeiro-ministro russo, que alertou os Estados Unidos sobre o poder devastador do “Dead Hand”, sistema de retaliação nuclear automática da Rússia.
O tema nuclear voltou ao centro das atenções, e Trump fez questão de ressaltar a superioridade do arsenal norte-americano. “Francamente, se for preciso usar, temos mais do que qualquer outro país. Temos armas melhores, mais modernas, mas é algo que não queremos nem ter que pensar”, declarou. Ainda assim, ele alertou para a gravidade do assunto: “Você não precisa ser tão bom com armas nucleares. Poderia ter um vigésimo do que temos agora e ainda causar danos horrendos”.
Durante seu discurso, Trump criticou o uso frequente do termo “nuclear” em discussões públicas. “Eu chamo de palavra com N. Existem duas palavras com N, e você não pode usar nenhuma delas”, disse ele, destacando o peso do tema e a necessidade de cautela ao abordá-lo.
As declarações ocorreram em um momento delicado, após acusações de que a Rússia teria violado o espaço aéreo de países membros da OTAN. Três caças MiG-31 russos teriam cruzado o espaço aéreo da Estônia por cerca de 12 minutos, algo negado por Moscou. Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, confirmou que as forças armadas interceptaram vários drones russos que invadiram o espaço aéreo polonês.
Diante dessas ocorrências, a Polônia solicitou a aplicação do Artigo 4 do tratado da OTAN, que prevê consultas entre os países membros sempre que a integridade territorial ou a segurança de um dos aliados for ameaçada. Em resposta às violações, Trump defendeu uma postura mais agressiva. Quando questionado se os países da OTAN deveriam abater aviões russos em caso de novas invasões, respondeu: “Sim, eu acho que deveriam”.
A fala gerou reações imediatas. Alexey Meshkov, embaixador da Rússia na França, advertiu que, se aeronaves russas fossem abatidas, isso “significaria guerra”. A troca de declarações reforça o clima de tensão que domina a política internacional desde o início da guerra na Ucrânia e mostra como a simples menção ao uso de armas nucleares continua sendo um dos assuntos mais sensíveis e perigosos do cenário geopolítico atual.
Com a escalada de provocações e ameaças, discussões sobre um possível conflito em larga escala voltaram a ganhar força, reacendendo preocupações globais sobre a estabilidade e o futuro das relações entre potências militares.
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